Em 2016 a verdade vos libertará…

And-you-will-know-the-truth-and-the-truth-will-make-you-free2015 está acabando. Mas eu vos peço: Esqueçamos este ano. Devemos esquecer todo o ano de 2015. Afinal devemos esquecer os últimos 40 anos de nossas miseráveis e porcas vidas. Devemos reinicializar o sistema.

A geração atual, em sua maioria, formada por jovens e adultos de 13 a 40 anos, foi totalmente bestializada durante este período. É uma geração de incoerentes. Um geração que se diz pronta para o futuro. Mas na verdade é uma geração idiotizada formada por programas de TV e de computador. É a geração da tolerância e da aceitação do bizarro. É uma geração que vive em um mundo de fantasias. Que foge da realidade.

Mas qual é a realidade?

Vamos dar uma exemplo: Eu vivo na cidade de São Paulo. Aqui é uma grande cidade com mais de 20 milhões de habitantes. Mas é uma cidade completamente destruída. Com prédios pichados e cortada por rios que são um esgoto a céu aberto, é feia e cinzenta e habitada por hordas de sem teto rondando suas avenidas, gente morando em praças e em baixo de viadutos e milhões de famílias vivendo em favelas para todo o lado. Trânsito caótico onde gastamos grande parte do nosso precioso tempo presos em engarrafamentos monumentais. Essa é a realidade da maior cidade do país.

Parafraseando o músico Nando Moura: “Uma selva de pedra após o apocalipse.Tudo está sendo destruindo lentamente.”

Quantas pessoas desta geração querem verdadeiramente encarar os fatos e a realidade? Quase ninguém, pois a realidade nua e crua é muito opressora. Causa dor. Não existe sanidade nas pessoas que vivem essa realidade. Por isso, toda essa gente prefere viver em um mundo de fantasia. Não importa qual fantasia seja. Pode ser qualquer imbecilidade que elas vejam na TV ou nas redes sociais. Qualquer coisa serve para que se possa fugir da realidade.O problema disso é que essa estratégia imbeciliza as pessoas. As tornam cegas para a VERDADE.

Vejam, nós estamos às portas do ano que poderá ser o mais difícil da nossa história. Grandes publicações internacionais estão dando como certo a ruína total deste governo e de nossa economia em 2016. Não quero aqui ser fatalista, mas realista. 2016, pelo menos para mim, será o começo do fim do Brasil que eu conheci e aprendi a amar. Mesmo assim, as pessoas da geração atual ficam mais fascinadas e preocupadas com as festas de réveillon, pelo show do Roberto, pela cerveja na praia, ficam atraídas por bobagens postadas nas redes sociais ou pelas merdas faladas por “youtubbers teens”. Sem falar que quando as festas de fim de ano acabar, elas ficam ansiosas pelo alento do carnaval que se aproxima. É apenas isso que preocupa as pessoas desta geração. O que preocupa é o Baile Funk, a diversão total, o sexo pelo sexo, o mundo virtual. Onde está a nobreza, os valores e o virtuosismo?

O ano de 2015 (e seus antecessores) deverá ser esquecido. Um mundo de corrupção e roubalheira. Milhares de assassinatos. Toneladas em tráfico de drogas. Prostituição. Um mar de negatividade. O que me resta é crer que tudo isso tenha ensinado alguma coisa para toda essa gente. É pela dor que muitos desta horda de imbecis aprende os valores das coisas e o valor do virtuosismo.

E o que eu desejo para 2016?

O mesmo que meu professor de filosofia me desejou:

“Meus votos de Feliz Ano Novo para cada um de vocês são os seguintes: Aconteça o que acontecer, não se deixe desencorajar. Não feche os olhos ante a realidade, por pior que ela seja. A coragem do espírito, o amor incondicional à verdade, é a mãe de todas as virtudes — e não existe amor à verdade quando, por pensar que já a possui, você deixa de buscá-la. Peça a Deus que preserve, acima de tudo, a luz da sua consciência e a sua humildade de reconhecer a verdade quando ela aparece e é diferente do que você esperava. O resto deixe por conta d’Ele. Assim você atravessará o ano vitoriosamente, mesmo que tudo em volta seja derrota e tristeza.”

Um abraço a todos vocês… e um 2016 em busca da verdade!

Que tamanho o Estado deve ter?

totalitarismApós os recentes acontecimentos relacionados ao bloqueio do aplicativo WhatsApp e quanto ao aparelhamento das instituições (STF?) pelo Estado, me veio a seguinte pergunta:

– Que tamanho o Estado deve ter para que tenha influência no que as pessoas pensam, usam e querem?

Vamos analisar esse tema sob o ponto de vista político e ideológico:

Aqui no Brasil temos basicamente a esquerda e a direita. As diferenças mais importantes entra a esquerda e a direita é como cada um destes setores políticos entendem de forma diferente as funções e o tamanho que o Estado deve ter.

A esquerda acredita que o Estado deve ser a força mais poderosa de uma sociedade, entre outras coisas, a esquerda acredita que o Estado tem que controlar por exemplo a educação de cada criança, deve fornecer todo sistema saúde e deve regular cada detalhe de como os empresários devem conduzir seus negócios. Na Alemanha , por exemplo, o Estado tem uma legislação própria que diz quando os estabelecimentos comerciais devem encerrar seu expediente diário. Resumindo, para a esquerda não deve existir nenhuma força que possa competir com o Estado. Ninguém pode ou deve competir com o Estado: Pais, empresários, escolas particulares, instituições religiosas, nem mesmo um indivíduo com sua própria liberdade de consciência. É o Estado que dita as regras. E quer o poder total puro e simples.

Os conservadores, por outro lado, acreditam que a função do Estado na sociedade deve ser limitado somente às necessidade básicas necessárias, tais como: defesa do território nacional e ser o ultimo recurso para ajudar aos cidadãos que não podem ser ajudados pelas associações independentes, famílias e comunidades, religiões ou pelas instituições de caridades tradicionais.

Os conservadores entendem que se o Estado cresce em tamanho e poder, teremos algumas consequências:

  1. Haverá uma aumento descontrolado da corrupção.                             Poder e dinheiro trazem mais corrupção. Pessoas do governo irão vender a influência estatal para ganhos políticos pessoais. E as pessoas de fora do governo, irão procurar comprar essas influencias e favores estatais. Aqui no Brasil e em outros países sub desenvolvidos, a corrupção do governo tem sido o fator mais importante a levá-los para longe do desenvolvimento econômico e social
  2. As liberdades individuais irão diminuir.                                             Para a esquerda, com algumas poucas exceções como o direito irrestrito ao aborto, as liberdades são menos importantes para a esquerda do que para a direita. Não coloco aqui a minha opinião pessoal ou critica, é apenas uma lógica pura e simples. Quanto maior o controle que o estado tem sobre a vida das pessoas, menos liberdades essas pessoas tem.
  3. Os países com governos totalitários tem que obrigatoriamente, em algum momento, reduzir o seu tamanho, pois fatalmente poderão entrar em um profundo colapso econômico chegando até a depressão econômica.                                                                               Os atuais Estados que são provedores e assistencialistas se tornaram uma pirâmide Ponzy onde os novos contribuintes suportam os contribuintes mais velhos, mas se os novos contribuintes não pagarem seus impostos, o sistema todo vem abaixo. Todos os estados assistencialistas do mundo, incluindo até alguns estados ricos da Europa estão experimentando esses problemas em diferentes graus de severidade.
  4. Para pagar as aventuras de um governo assistencialista é necessário um constante aumento de impostos sobre os contribuintes.                                                                                         Dependendo do nível deste aumento, a sociedade que gera riqueza irá parar de produzi-la trabalhando menos, contratando menos trabalhadores e mudando seus negócios para outros países mais livres.
  5. Governos muito grandes produzem grandes déficits e sempre crescente (e quase insustentáveis) débitos.                                      Aqui, mais uma vez, é somente uma lógica. Quanto mais dinheiro o governo disponibiliza, mais pessoas irão requisitar esse dinheiro. Até hoje, nenhum beneficiário do dinheiro grátis e ilimitado disse:        “- Muito obrigado, mas já tenho dinheiro  suficiente”. A não ser que o governo se torne menor, ele, inexoravelmente, irá ruir sobre seu próprio peso, trazendo consequências sociais e também econômicas terríveis.
  6. Quanto maior o Estado, mais possibilidades dele fazer coisas terríveis.                                                                                                              O século XX foi o mais mortal de todos os tempos, com suas guerras mundiais e suas armas mortíferas. E quem foi que cometeu todos esses crimes? Os governos totalitários. Pessoas más sem o poder do Estado não podem fazer muita coisa. Mas quando essas mesmas pessoas tomam o controle do Estado, a quantidade de estragos que elas podem fazer é praticamente ilimitado. A direita tem medo do Estado por essas razões. A esquerda tem medo dos grandes negócios livres por não ter como controla-los. Por exemplo, a Coca-Cola não tem como invadir sua casa e confiscar sua riqueza, mas um governo totalitário pode fazer isso se assim ele o desejar. Tão irresponsável quanto qualquer grande negócio sempre pode ser, é apenas um Estado totalitário que consegue construir um campo de concentração e cometer genocídios. É por isso que um Estado totalitário quer controlar o porte de armas de sua população. Quer controlar os meios de comunicação.
  7. Governos totalitários corroem o caráter moral de uma nação.        Em uma situação dessas, as pessoas já não cuidam mais dos necessitados, não cuidam uma das outras, afinal, eles sabem que o governo totalitário pode fazer isso por elas. É por isso que os americanos, em sua maioria, dão muito mais dinheiro e são mais voluntariosos, dão muito mais do seu tempo para a caridade do que os europeus que estão no mesmo nível econômico.                                                                                                                                

A esquerda crê em um Estado que coloca seus tentáculos em toda a nação, mas se essa a crença acabar, não há esquerda.

A direita crê em um Estado limitado, mas sem essa crença não há direita.

 

 

Texto Extraído do PragerU de Dennis Prager.

Primeiro amor!

firstlove-flowersUm aluno muito querido disse que gostava de uma garota e me perguntou sobre o primeiro amor. Então, me lembrei do meu primeiro amor e respondi a ele de forma bem clara e direta:
–  Amar exige coragem, meu caro. Vejo que você é corajoso, então, viva a vida com seu primeiro amor meu amigo, curta cada momento, seja autentico e ame. Não tenha medo. Não se cobre tanto desempenho, não tenha medo de não ser bom o suficiente para ela, aproveite cada segundo: o beijo, o toque, o olhar, o perfume, as roupas. Namore de verdade. Ande de mãos dadas, faça planos e conte piadas, vá ao cinema, pinte, desenhe, cante junto, beije a foto de vocês, divida seu sanduíche com ela. Curta! Viva o momento. Não se atente a sentimentos vis e mesquinhos. Você verá que cada detalhe no primeiro amor importa e ficará gravado em sua memória para sempre.  Você perceberá isso tempos depois quando ouvir aquela velha música e que tanto significou para vocês. Isso servirá, se necessário, para outros amores vindouros e formará sua inteligência emocional. Não desperdice a sensação de estar junto. Tenha auto estima e confiança ao sentimento de pertencer a outro ser. Sim, aposte! Se a ganhar, maravilha, se a perder… siga em frente mais forte e experiente. Enfim, a vida é uma faísca breve que termina sem que a gente se de conta.
– Quando partirmos,  o que devemos deixar aqui é apenas o amor que vivemos e construimos, as palavras de bem que proferimos.
E o que levamos? Apenas nossos sentimentos, aquilo que vimos e vivemos. Levamos o amor dos que nos amaram de verdade, levamos o perdão, não somente pelos outros ou dos outros para conosco, mas por nós mesmos.
– Amar também é uma escolha inteligente e não apenas um sentimento puro e simples. Amar é uma escolha de responsabilidade. O amor não se sente. O amor se pratica, a gente constrói. Um tijolo por dia. Dá muito trabalho. É extenuante. Dá medo, mas no fim, é só olhar para trás. Você verá tudo que foi construido. Verá tudo que você superou. E você verá que realmente valeu a pena.
– Não existe relacionamentos perfeitos, afinal, de certo modo, somos imperfeitos por natureza. Vamos trair nossos sentimentos e seremos traídos por eles por conta desta imperfeição. Vamos acertar e errar. Não se culpe, apenas aprenda com isso. Por isso o amor tem que ser construido… tijolo por tijolo. E tudo que é construido com amor se torna eterno.