O valor de uma amizade…

amizadeEssa tragédia de hoje, que vitimou tanta gente querida, tantos amigos, pessoas com sonhos e planos, me fez refletir sobre as amizades que fazemos neste mundo. Sobre nosso papel nessas amizades e das cortinas que nos cegam e nos impedem de ver com clareza nosso caminho que escolhemos seguir, por isso, em meio a dor da perda e das lágrimas, eu me perguntei:

“- E eu? O que eu posso fazer e não estou fazendo por vocês, meus amigos, meus parceiros vivos de jornada?” Por isso, eu vos pergunto agora:

Eu já mostrei a você minha gratidão? Eu te pedi perdão quando errei? Clamei por justiça diante de uma injustiça feita por alguém a você? Me manifestei em favor a você quando tu estavas fraco e debilitado sem poder se defender sozinho? Ou fui pior que um covarde fugindo das minhas responsabilidades? Mudei meu comportamento para melhor quando errei, para assim, merecer seu perdão?  Eu disse “eu te amo” quando verdadeiramente te amei sem esperar nada em troca? Ouvi suas palavras apenas com meu coração e sem julgamentos? Me despi do meu ego e desejos mesquinhos para fazer seu dia mais feliz? Abri mão do meu dia só para te dar conforto quando sentiu alguma dor? Olhei o mundo através das lentes que você usa, apenas para te entender melhor?

Agora quero que você reflita sobre sua vida. Sobre seus sonhos e aspirações.

Eu ajudo você a conquistá-los? Faço a diferença? Eu te mostro sempre o bom caminho? Eu te ajudo a não entrar em caminhos sombrios? Eu sou uma força que te impulsiona ou restrinjo sua vida e seus sonhos? Eu apenas penso de forma egoísta ou sou solicito e voluntarioso para ajudar você a chegar ao seu sonhado destino? Eu sou inteiramente responsável pelas coisas positivas e negativas em nossa amizade?

Pense no seu espírito.

Eu coopero para que você fique sempre perto de Deus e longe dos abismos? O ajudo a deixar sua vida sempre em equilíbrio e harmonia? Eu oro a Deus para pedir conforto para você diante das dores deste mundo antes de pedir conforto para mim?

Essas perguntas eu faço a você, leitor, e peço para que você as façam para si mesmo. Elas também devem ser feitas continuamente a todos aqueles que compartilham a vida na terra conosco. É um ato de amor, de reflexão e entrega. De amor ao próximo. É uma forma de integração do seu corpo, de seu coração, mente e espírito. Não é simples fazê-las e segui-las. É uma luta diária e eu peço a Deus que me ajude a andar nesta terra conforme minhas boas palavras para ajudar muitos amigos nesta caminhada. Afinal, nunca sabemos quando seremos chamados a deixar essa estrada para ficar diante do Criador do Universo, diante de toda a Sua Glória para responder a estas mesmas perguntas, aí sim, despido finalmente de todas as cortinas que revestem nossa alma e que atenuam a nossa visão da Luz eterna que nos guia.

Você é um viajante solitário?

wise-career-choicesHoje, perdemos a hora. Levei minha esposa até o carro ainda sonolento apenas para mudar os benditos carros de lugar na garagem. Temos uma logística doida para levar e buscar os meninos na escola. Sempre funciona, mas às vezes não. E hoje não funcionou. Não consegui preparar o café da manhã com tapioca, queijos e presunto, ovos quentes e muito amor, como todos os dias. Também não consegui levar os meninos para a escola de inglês como faço todas as quartas feiras de manhã e isso me deixou um pouco contrariado.

Como em todas as manhãs, me sento na cadeira em meu escritório e começo a trabalhar em um projeto educacional que acredito ser importante para mudar a vida de muita gente e que estou desenvolvendo para 2017. Como de costume, antes de iniciar qualquer atividade laboral como: abrir planilhas, apresentações, livros e anotações, me vem a mente algumas orações, provérbios e salmos que me ajudam nos estudos, mas, mesmo assim, depois vem de volta à minha cabeça, os meus temidos sonhos inquisidores que, noite após noite, me atormentam. E sempre busco seus significados em minhas ansiedades e medos mais profundos. Os monstros das profundezas me dizendo quem sou. As orações ajudam afastar meus medos, mas não apaga a minha memória.

Sonhei esta noite, que uma pessoa importante de uma empresa que trabalhei, estava cego e me pedia ajuda. Eu caminhava solitário por um mundo destruído, mas  gentilmente, ofereci meu braço para levá-la ao destino que ele queria. Incrivelmente, sempre algo me impedia de fazê-lo. Caminhos fechados, pontes quebradas, portas trancadas, elevadores pequenos demais, lentos demais, portas pequeninas, escadas quebradas em um mundo caótico e destruído. A impaciência e admoestações que aquele homem importante me falava, estava me deixando irritado e infeliz, justamente por eu não conseguir levá-lo até aonde ele queria, apesar de todos os meus esforços.

Ainda pela manhã, algumas horas após ter levantado da cama, minha mente ainda estava com o semblante tenaz e inquisidor daquele homem me perseguindo. Passei as mãos na cabeça seguidas vezes para tentar apagar aquele sonho, mas nada dava jeito naquela sensação estranha de ter me enganchado com o semblante de um homem que nada tem mais a ver com minha vida.

Foi aí que percebi todo o simbolismo do sonho: Sempre ajudo quem me pede ajuda e faço o que posso com o que tenho, mesmo diante das dificuldades da vida, mesmo quando os ajudados não entendem isso. faço isso sempre sem dizer não. Nunca nego uma ajuda. Nunca digo: “Isso não vou fazer, me desculpe senhor!”. O homem cego representa aqueles que escolheram seguir pela segurança de ter alguém os levando para algum lugar, cegos, sem ver que tudo em sua volta é morte e destruição. Eu, em meu inconsciente, sou assombrado pelo meu cérebro achando que ainda tenho a ter que levar essa gente cega para um destino fadado ao fracasso, e sempre sozinho nessa empreitada.

Ainda na minha cadeira, me espreguicei, feliz por ter decifrado o sonho e fazendo a cadeira inclinar até encostar na parede. Olhei para o teto e pensei: “Será mesmo que sou um viajante solitário?”. Sabem, queridos leitores, quando nos damos conta disso e vemos que isso mete medo pra valer? Se imaginar sozinho nessa caminhada pela vida? Chegamos sozinhos e vamos sozinhos?

Bem, no dia que escolhi fazer o que faço hoje (dar aulas e tentar ajudar as pessoas a tirar a venda dos olhos que as cegam para elas verem o que tem ao redor delas), sabia que seria uma tarefa muito difícil e solitária. Tenho certeza que muitos por aí me chamam de doido. E devo ser mesmo. É insano pensar em se desconectar da segurança cega de um bom emprego em uma multinacional toda certinha e cheia de regras de comportamento corporativo e se lançar em uma viagem solitária sentado em uma cadeira em um escritório pequeno, rodeado de livros, ideias, com os filhos correndo pela casa, o agito da preparação para irmos para a escola e eu, perdido, sem nenhuma esperança de faturar um centavo no fim do mês. É insano lutar contra seus medos mais profundos que essa situação gera, lutar contra seus pecados de estimação, sabe aqueles pecadinhos que você insiste em manter para deixar tudo mais aceitável, mais leve. É uma luta diária em busca das virtudes humanas. Por isso, entendo profundamente os que se agarram cega e loucamente a um cargo público, ao emprego no banco, à escalada social dentro de uma grande corporação multinacional.

Percebi que fiz uma escolha. Sabe quando em seu caminho você chega em uma bifurcação e aí você tem que escolher entre um caminho bem pavimentado, mas que no fim sabe que ele o levará mais depressa aonde tu não quer chegar? Sim, pois ali encontrará um muro branco e lápides do outro lado e assim não terá uma boa história para contar, ou ninguém terá uma boa história para contar sobre você?  e aí você toma, por uma Divina intuição, o outro caminho que é tortuoso, incerto, cheio de obstáculos e que você escolhe segui-lo, mais por fé do que por medo? Eu pensei: “É certo isso? É errado? Não, são minhas escolhas e eu escolho esse outro caminho aqui, o que vai me livrar, não do muro, mas das facilidades que me escravizou por anos”. O que importa, é apenas saber que empreenderemos uma viagem solitária se quisermos. Lutamos com nossos medos e na maioria das vezes sem a fé Naquele que nos guia de verdade. O que descobri nesse caminho que escolhi é que o quanto mais o medo nos assola, mais nossa fé no Criador do universo aumenta, mais nos aproximamos Dele. Mais devemos orar a Ele e pedir perdão pelos pecadinhos de estimação que nos atormenta todos os dias. Mais ainda devemos buscar os tesouros que o Rei do Universo nos disponibiliza em abundância em todo o cosmos com seu amor. Devemos buscar esses tesouros no céu e só assim conseguiremos materializa-los na terra. Assim, sua viagem nunca será solitária e você entenderá que o caminho escolhido, por mais difícil que ele possa parecer, será bem mais agradável pela maravilhosa companhia de Deus que estará incansavelmente sempre ao seu lado.

 

 

Movimento ecológico.

lil-old-ladyNo caixa de um supermercado uma velha senhora, do alto de seus 80 e poucos anos aproximadamente, escolhe lentamente uma sacolinha de plástico para armazenar suas compras. Nesse momento, uma jovem de uns 16 anos com uma argola no nariz, que estava na fila, olhando a cena impacientemente, a repreende dizendo que ela não tinha consciência “ecológica”:

–  Senhora, senhora! – disse ela. – Sua geração simplesmente não entende o movimento ambiental do século XXI, não? Desse jeito, é a nossa geração e a futura é que vai ter que pagar pelos erros cometidos pela geração mais velha que desperdiçou todos os recursos disponíveis no planeta!

A velha senhora, um pouco trêmula devido a uma artrose severa que castigava as articulações de suas mãos, assustada pelo tom de voz da garota e sem entender direito essa pergunta,  se desculpou com a jovem na fila, explicou:

– Sinto muito minha jovem, mas não tivemos nenhuma educação sobre o movimento ambiental quando eu tinha a sua idade. No meu tempo, essas coisas simplesmente não existiam, por isso peço desculpas – disse ela meio sem graça já se despedindo.

Quando a velha senhora ia saindo do supermercado, cabisbaixa e pensativa, a jovem retrucou gritando:

– São pessoas como você, senhora, que arruinaram todos os recursos planetários e agora somos nós que temos que pagar a conta. A senhora tem razão! – continuou a jovem – vocês nunca se preocuparam com a proteção ambiental, na sua época vocês foram muito relapsos, isso sim!!

Um silêncio repentino e sepulcral caiu sobre o burburinho típico em lojas desse tipo. A velha senhora então se virou lentamente, voltou, devolveu a sacolinha e ainda trêmula falou:

– Jovem, jovem, você tem razão! – ela disse – esqueci minha sacola de compras em casa. E erguendo as mãos cansadas pelo tempo ainda segurando a sacolinha de plástico, falou:

– Admito que fomos negligentes com a natureza. No meu tempo guardávamos as garrafas de leite, garrafas de limonada e cerveja. Fazíamos isso, pois as garrafas nos pertenciam, nós tínhamos que comprá-las. Para comprar nosso leite ou cerveja, tínhamos que levar as garrafas vazias. O dono da venda as enviava para a fábrica onde eram lavadas, esterilizadas e ficavam prontas para serem usadas novamente. Essas garrafas eram reutilizadas várias vezes. Nós pagávamos pelo uso dessas garrafas. Se elas quebravam ficávamos chateados. Nós não sabíamos nada sobre reciclagem ou movimento ambiental.

– Na minha época, minha filha, nós tínhamos que subir escadas: os hotéis não tinham escadas rolantes nem elevadores em todas as lojas ou escritórios, então, éramos obrigados a caminhar. Andávamos até o supermercado também. Mas hoje, usamos o carro, nem que seja para andar duas quadras para ir até a padaria. Mas é verdade, você tem razão,  nós não sabíamos nada sobre o movimento ambiental.

– Na minha época, minha mãe lavava as fraldas dos meus irmãos pequenos com sabão; não havia fraldas descartáveis ou lenços umedecidos para limpar a bunda deles. As roupas secavam usando a energia do sol e dos ventos no varal; e não em uma secadora que consome 3000 watts por hora. Nossas roupas eram passadas de um irmão para outro e não ficávamos chateados por isso. É verdade! não sabíamos nada sobre o movimento ecológico.

– Na minha época, havia apenas uma TV ou rádio em casa; não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela pequena do tamanho de uma caixa de pizza, não uma tela do tamanho do Brasil.  Na cozinha, nos preocupávamos em preparar as refeições do dia; não tínhamos todos estes aparelhos elétricos especializados para preparar tudo sem esforço apenas apertando um botão, que é só esperar alguns minutos e um tanto de energia depois beeeeeepppp está tudo prontinho!!

– Na minha época, veja só, se tínhamos que enviar algo frágil para alguém, usávamos jornal ou lã de algodão não usávamos plástico bolha, isopor ou produtos sintéticos  para proteger os objetos e os mandávamos em caixas que eram reutilizadas.

– Na minha época, utilizávamos energia muscular para cortar a grama; no máximo usávamos cortadores a gás e não elétrico ou a gasolina.

– Na minha época, nós estávamos trabalhando duro, usávamos os músculos; nós nem imaginávamos ir para uma academia para correr em esteiras que só funcionam se liga-las na tomada elétrica.

–  Na minha época, nós bebíamos a água da fonte quando estávamos com sede; nós não utilizávamos copos ou garrafas de plástico cada vez que queríamos tomar água, para depois, jogar esses recipientes fora.

– Usávamos as canetas-tinteiro junto com um frasco de tinta em vez de comprar uma nova caneta a cada semana; substituímos as lâminas de barbear em vez de jogar o barbeador inteiro após cada barbear. Mas é verdade, nós não sabíamos nada sobre o movimento ambiental.

– Na minha época íamos para a escola a pé ou de bicicleta em vez de usar o carro da família.As crianças usavam a mesma mochila por vários anos, cadernos era usados de um ano para o outro, lápis de cor, borrachas, apontador de lápis e outros acessórios duravam tanto tempo quanto podiam. Hoje as crianças trocam de mochila duas vezes por ano, jogam foram caderno de anotações , compram material novo só por terem um novo design ou slogan ou personagem favorito estampado neles. Mas é verdade, nós não sabíamos nada sobre o movimento ambiental.

– Você tem razão, minha jovem, concordo que hoje tenho que fazer minha parte, mas não me venha com esse discurso moralista de movimento ambiental verde. Na minha casa eu tenho uma tomada elétrica por quarto, não uma faixa multi-saída para atender a uma gama completa de acessórios elétricos necessários para a juventude de hoje se esbaldar na tecnologia e para carregar a bateria desse seu iPhone moderninho que você orgulhosamente ostenta aí, viu mocinha?

A velha senhora saiu levando suas compras com a sacolinha nos braços ainda trêmulos sob o olhar indiferente da jovem e dos outros clientes.

Moral da Historia: Você decide, afinal, a ecochata não quis se livrar do seu iPhone e seguiu com a sua vida politicamente correta. A velha senhora, bem, ela voltou pra casa e colocou a sacolinha em um saco de sacolas.

A dura lição dos resultados de uma eleição…

tristezaE agora? O Trump ganhou. Os meios de comunicação de fora do país e quase que 100% daqui do Brasil perderam. Sim, a mídia perdeu feio. Segundo as histórias que eles nos contaram, e nas mentiras que  acabaram acreditando entre eles mesmo, parecia que o que aconteceu nesta madrugada era praticamente o impossível. Foi uma noite de pesadelos para os “midiáticos torcedores profissionais” da Hillary.

Todas as pesquisas de opiniões erraram feio e com isso, criaram uma aura de unanimidade um tanto quanto perigosa no mundo todo. Criaram uma propaganda midiática que deixariam Joseph Goebbels envergonhado.

Aqui no Brasil, apenas alguns canais independentes como Terça Livre –  (recomendo muito) e Rádio Vox – (também recomendo), davam crédito a uma possível vitória de D. Trump. Porém, a grande mídia de massa, jamais aventou a possibilidade de uma derrota de Hillary. Só torciam descaradamente pela candidata democrata. Mas como disputa política não é como uma partida de futebol…

Pelo fato de eu acompanhar esses canais de comunicação alternativos, não me sinto vítima de uma conspiração por parte da mídia global. O que esse jornalismo tendencioso fez não foi a cobertura das eleições americanas, foi uma ampla campanha publicitária a favor de Hillary Clinton, onde canais de notícias como a Globo News e similares, não poupou esforços em destruir a reputação do então candidato Trump.

Esse homem, sofreu duros ataques em massa. Ataques violentos. Pegaram tudo que tinham nas mãos para atirar sobre ele e destruir totalmente sua reputação. Foi um alinhamento sistemático por parte de TODA mídia de massa global. Pelo jeito não funcionou como eles queriam.

A pergunta é: No final, quem se fortaleceu nestas eleições então? Foi a democracia americana. Sólida há mais de 200 anos, mostrou para o mundo que não existe poder acima da vontade do povo que preza pelos valores e pelo legado deixado pelos fundadores de seu país. Trump não terá plenos poderes e jamais os terão, as instituições americanas impedem isso. Mas ele nem precisa de tanto.

Donald Trump tem mais de 20 livros publicados ao longo de mais de 30 anos. Ninguém nunca falou sobre isso na imprensa. O novo Presidente dos EUA é um intelectual de mão cheia, além de ser um negociador agressivo. E como não sê-lo quando não se faz parte do establishment que está no poder e que não quer perder esse poder de forma alguma? E como derrotar essa gente sem ser muito “agressivo” como ele foi durante toda a sua campanha vitoriosa sob todos os aspectos? Não tem como.

E qual é a lição que fica?

A vitória de Trump não foi apenas um mero acaso, um mero surto de “conservadorismo” do americano comum. Um homem riquíssimo como o Sr Trump não pode ser burro, nem é. Definitivamente não. Isso não combina com o cenário. Essa vitória foi fruto de muito conhecimento, inteligência e estratégia. A mídia também conhece muito bem esses valores. Toda a mídia atual é comandada por gente inteligente o suficiente e que sabe como dominar o mundo da informação, sabem como usar esses valores. Obviamente a equipe de apoio ao Trump e ele mesmo, sabe como usar o conhecimento, a inteligência e estratégia. Conhecem os valores que criaram e sustentam a democracia americana e mantém os EUA de pé. Por isso venceram.

Então, a lição que fica é que devemos lutar  para que todos os que estão sob nossa responsabilidade no ensino e na educação, busquem o saber de forma profunda e tenham amor à verdade e ao conhecimento. A busca pelo saber, pelo conhecimento e pela verdade edifica uma nação, sustenta o ser humano, mas sua negação e o amor à mentira e enganação, só trás ruína e destruição. Não duvide disso, mas caso você tiver uma pontinha de dúvida, basta olhar em volta para ver a realidade em que nosso país vive atualmente e você entenderá o que estou tentando dizer.

 

 

 

 

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Créditos:

Foto: Canal Terça Livre

Referências:

Rocha, Loryel: Os livros de Donald Trump – Via Facebook.

Cardoso, Miguel Esteves: É amarga, mas justa, a lição que D. Trump acabou de nos dar. – via www.publico.pt