No mundo, reina a loucura.

bebzaoÀs vezes é necessário colocar os pensamentos reacionários para fora da cachola. O mundo está tão confuso, tão fora de ordem, que nem sei mais o que fazer. Em nome de um progressismo idiota, estamos nos transformando em escravos de um sonho. O sonho de todos sermos politicamente corretos com tudo e com todos.O sonho de uma revolução por um mundo perfeito que jamais será alcançado. Vivemos em um mundo onde tudo está invertido, fora da ordem, onde reina a loucura.

Recentemente, uma mulher grávida, abordou minha mulher. Ela estava sob síndrome de abstinência do crack. Era uma rua fedorenta no centro de São Paulo, estávamos parados no trânsito esperando nossa vez de entrar no estacionamento do mercado.

– Ei, me da uma comida aí? Ela pediu! mostrando a barriga proeminente.

-Não temos comida, senhora – respondeu minha esposa, educadamente!

Putos, vagabundos!! Ela vociferou algumas palavras ininteligíveis enquanto nos ameaçava.

Minutos depois, um policial que me deu uma bronca danada por eu estar “atrapalhando” o trânsito parado nesta rua fétida e asquerosa.

– O que o senhor pensa que está fazendo? Você vai pra onde? Pra esquerda? Pra direita? Num tá vendo que está atrapalhando o transito? Seu irresponsável…

O motivo era que guardas da CET estavam “controlando” o acesso ao estacionamento e demoravam para liberar a entrada ao local. Olhei para o policial de forma politicamente incorreta, mas educadamente e disse:

– Senhor, eu vou sempre para a direita, o problemas são seus colegas estatais que estão fazendo o corpo mole deles.Olha lá, eu disse apontado para os dois marronzinhos, veja, estão batendo papo sobre o cheiro de merda do rio. Eles são os responsáveis, converse com eles, por favor.

O policial, com uma cara de bunda, sem entender direito, seguiu seu caminho e eu entrei no estacionamento cheio de pedintes com abstinência de drogas. No caminho, ainda fui abordado por um travesti oferecendo seus serviços.

– Obrigado senhor, não faça isso, eu estou com minha esposa e meus filhos aqui, respondi.

Seu viado!!!! Disse o travesti com uma voz embargada pelo excesso de bebidas.

Homens modernos são infantilizados, efeminados e qualquer manifestação de masculinidade é atacada como se fosse doença.

Quando alguém diz a verdade, os loucos respondem:

– Ninguém é dono da verdade!!!

Quando não, o chamam de filho da puta, apenas por dizer o óbvio.

Quando um ladrão aborda um trabalhador para roubá-lo, ele fala:

– Passa a grana aí o vagabundo!!!

Outro dia, um rapaz, famoso por gravar vídeos fazendo perguntas simples a manifestantes de esquerda, recebeu a seguinte frase na cara de um homem barbado, manifestante de esquerda:

– Fascistas como você a gente dialoga na ponta do fuzil!

É ou não é loucura? É a inversão da realidade. É a revolução da loucura em marcha.

O que dizer para essa gente que, em meio a sua loucura, te chamam justamente do que eles são?

Quem criou isso e quem segue isso e entrou nessa loucura, não saiu da fase criança da vida. São dependentes de alguma coisa e serão para sempre. Não aceitam o simples fato que cresceram e agora a vida exige que tenham responsabilidades. São gente que se revolta com tudo e com todos. Responsabilizam Deus por os fazerem ter que trabalhar e lutar para ganhar a vida. Gente rebeldezinha sem saber nem o porque está rebelde. São como bebes chorões que pensam tem o poder de tirar as fraldas sozinhos, pensam que já são donos de si, mas precisam desesperadamente de alguém que cuide deles. São capazes de brincar com a própria merda, as comem e gostam.

Para terminar, hoje eu li esse interessante comentário em um blog que eu sigo:

“Se um homem hétero for cantado por um homem gay, para recusar a cantada terá de responder: – desculpe, mas já tenho namorado. Do contrário, será acusado de homofobia.
Se o gay cantador for negro, terá o hétero de provar ainda, se branco for, que não o recusou por racismo.
Será crime dizer que um negro ou negra é feio ou feia. Somente poderá ser chamado de feio o branco.
Se uma negra quiser namorar um branco, será discriminada pelos homens negros; se um homem negro quiser namorar uma branca, esta será odiada pelas mulheres negras.
Se um homem negro bater na namorada branca, nada lhe acontecerá porque quem der queixa será acusado de racismo; se um homem branco agredir a namorada negra, será acusado de machismo e racismo.
Se um homem negro recusar cantada de gay branco, não será chamado de homofóbico mas sim de negro de bom gosto; se for o oposto, o branco será acusado de homofobia e racismo; se os dois forem negros, o hétero será acusado de homofobia, mas, por ser negro, será depois perdoado.”

Isso é ou não é uma loucura?

 

Você é um viajante solitário?

wise-career-choicesHoje, perdemos a hora. Levei minha esposa até o carro ainda sonolento apenas para mudar os benditos carros de lugar na garagem. Temos uma logística doida para levar e buscar os meninos na escola. Sempre funciona, mas às vezes não. E hoje não funcionou. Não consegui preparar o café da manhã com tapioca, queijos e presunto, ovos quentes e muito amor, como todos os dias. Também não consegui levar os meninos para a escola de inglês como faço todas as quartas feiras de manhã e isso me deixou um pouco contrariado.

Como em todas as manhãs, me sento na cadeira em meu escritório e começo a trabalhar em um projeto educacional que acredito ser importante para mudar a vida de muita gente e que estou desenvolvendo para 2017. Como de costume, antes de iniciar qualquer atividade laboral como: abrir planilhas, apresentações, livros e anotações, me vem a mente algumas orações, provérbios e salmos que me ajudam nos estudos, mas, mesmo assim, depois vem de volta à minha cabeça, os meus temidos sonhos inquisidores que, noite após noite, me atormentam. E sempre busco seus significados em minhas ansiedades e medos mais profundos. Os monstros das profundezas me dizendo quem sou. As orações ajudam afastar meus medos, mas não apaga a minha memória.

Sonhei esta noite, que uma pessoa importante de uma empresa que trabalhei, estava cego e me pedia ajuda. Eu caminhava solitário por um mundo destruído, mas  gentilmente, ofereci meu braço para levá-la ao destino que ele queria. Incrivelmente, sempre algo me impedia de fazê-lo. Caminhos fechados, pontes quebradas, portas trancadas, elevadores pequenos demais, lentos demais, portas pequeninas, escadas quebradas em um mundo caótico e destruído. A impaciência e admoestações que aquele homem importante me falava, estava me deixando irritado e infeliz, justamente por eu não conseguir levá-lo até aonde ele queria, apesar de todos os meus esforços.

Ainda pela manhã, algumas horas após ter levantado da cama, minha mente ainda estava com o semblante tenaz e inquisidor daquele homem me perseguindo. Passei as mãos na cabeça seguidas vezes para tentar apagar aquele sonho, mas nada dava jeito naquela sensação estranha de ter me enganchado com o semblante de um homem que nada tem mais a ver com minha vida.

Foi aí que percebi todo o simbolismo do sonho: Sempre ajudo quem me pede ajuda e faço o que posso com o que tenho, mesmo diante das dificuldades da vida, mesmo quando os ajudados não entendem isso. faço isso sempre sem dizer não. Nunca nego uma ajuda. Nunca digo: “Isso não vou fazer, me desculpe senhor!”. O homem cego representa aqueles que escolheram seguir pela segurança de ter alguém os levando para algum lugar, cegos, sem ver que tudo em sua volta é morte e destruição. Eu, em meu inconsciente, sou assombrado pelo meu cérebro achando que ainda tenho a ter que levar essa gente cega para um destino fadado ao fracasso, e sempre sozinho nessa empreitada.

Ainda na minha cadeira, me espreguicei, feliz por ter decifrado o sonho e fazendo a cadeira inclinar até encostar na parede. Olhei para o teto e pensei: “Será mesmo que sou um viajante solitário?”. Sabem, queridos leitores, quando nos damos conta disso e vemos que isso mete medo pra valer? Se imaginar sozinho nessa caminhada pela vida? Chegamos sozinhos e vamos sozinhos?

Bem, no dia que escolhi fazer o que faço hoje (dar aulas e tentar ajudar as pessoas a tirar a venda dos olhos que as cegam para elas verem o que tem ao redor delas), sabia que seria uma tarefa muito difícil e solitária. Tenho certeza que muitos por aí me chamam de doido. E devo ser mesmo. É insano pensar em se desconectar da segurança cega de um bom emprego em uma multinacional toda certinha e cheia de regras de comportamento corporativo e se lançar em uma viagem solitária sentado em uma cadeira em um escritório pequeno, rodeado de livros, ideias, com os filhos correndo pela casa, o agito da preparação para irmos para a escola e eu, perdido, sem nenhuma esperança de faturar um centavo no fim do mês. É insano lutar contra seus medos mais profundos que essa situação gera, lutar contra seus pecados de estimação, sabe aqueles pecadinhos que você insiste em manter para deixar tudo mais aceitável, mais leve. É uma luta diária em busca das virtudes humanas. Por isso, entendo profundamente os que se agarram cega e loucamente a um cargo público, ao emprego no banco, à escalada social dentro de uma grande corporação multinacional.

Percebi que fiz uma escolha. Sabe quando em seu caminho você chega em uma bifurcação e aí você tem que escolher entre um caminho bem pavimentado, mas que no fim sabe que ele o levará mais depressa aonde tu não quer chegar? Sim, pois ali encontrará um muro branco e lápides do outro lado e assim não terá uma boa história para contar, ou ninguém terá uma boa história para contar sobre você?  e aí você toma, por uma Divina intuição, o outro caminho que é tortuoso, incerto, cheio de obstáculos e que você escolhe segui-lo, mais por fé do que por medo? Eu pensei: “É certo isso? É errado? Não, são minhas escolhas e eu escolho esse outro caminho aqui, o que vai me livrar, não do muro, mas das facilidades que me escravizou por anos”. O que importa, é apenas saber que empreenderemos uma viagem solitária se quisermos. Lutamos com nossos medos e na maioria das vezes sem a fé Naquele que nos guia de verdade. O que descobri nesse caminho que escolhi é que o quanto mais o medo nos assola, mais nossa fé no Criador do universo aumenta, mais nos aproximamos Dele. Mais devemos orar a Ele e pedir perdão pelos pecadinhos de estimação que nos atormenta todos os dias. Mais ainda devemos buscar os tesouros que o Rei do Universo nos disponibiliza em abundância em todo o cosmos com seu amor. Devemos buscar esses tesouros no céu e só assim conseguiremos materializa-los na terra. Assim, sua viagem nunca será solitária e você entenderá que o caminho escolhido, por mais difícil que ele possa parecer, será bem mais agradável pela maravilhosa companhia de Deus que estará incansavelmente sempre ao seu lado.

 

 

Estrela D’Alva Futebol Clube

PeladeirosO ano era 1974. Mês: Maio ou Junho. Foi a época que me senti o dono de um time de futebol. O ano que muitos dizem que foi o auge da “ditadura militar”, o que eu considero uma injustiça. Foi um ano bem tranquilo na vida de minha família. Eu tinha só 11 anos. Para mim foi um dos anos mais legais da minha vida. Era o ano da copa do mundo. Tínhamos a segurança de que seriamos tetra na Alemanha. Como sempre a nossa seleção era imbatível. Tudo bem que o Pelé não iria mais jogar, ora, tínhamos ainda o divino Ademir da Guia.

No bairro onde eu morava as ruas eram de terra, mas em breve estariam todas asfaltadas e o campinho, onde jogávamos bola, estava sendo revitalizado. Haviam máquinas da prefeitura espalhadas pelo bairro. Naquele dia, juntamos a molecada e fizemos umas traves de madeira e testamos jogando a famosa rebatida. Tecemos uma rede tosca feita de barbante que um moleque amigo nosso “roubou” da mãe costureira. Jogo era de duplas. Uma dupla no gol e a outra dupla batendo pênaltis alternados. Se a dupla no gol rebatesse a bola, um da dupla que estava no gol saia para a linha contra a dupla de batedores. Gol direto valia 1, de rebatida valia 2 e bola na trave e valia 3.

Foi nesse campinho que as mais memoráveis partidas de futebol da minha infância foram travadas. A rua 2 contra a rua 3 e também contra a rua 1. Às vezes, quando não era jogo rua contra rua, montávamos os times misturados no Jakken Po , escolhíamos o lado do campo no par ou ímpar. Disputávamos: Tubaína de Maçã, sanduba de mortadela ou biscoito de polvilho. Muitas vezes aconteciam injustiças e os considerados “piores” jogadores,  não eram escolhidos.

Por uma razão, que até hoje não sei explicar, ficava chateado com isso e resolvia frequentemente jogar do lado dos “injustiçados”. Ficava no time dos lixos. Dos renegados. Me recordo que as melhores partidas foram essas, onde jogávamos com a alma, com raça, pois sabíamos que não tínhamos talento para  ganhar dos bons. Muitas vezes perdi a tampa do dedão do pé. Outras vezes, ficava com o joelho sangrando. Mesmo assim, o jogo jamais parava. Muitas vezes fomos humilhados pelos craques da rua. Mas eu insistia em jogar sempre no time fraco. Não por me achar o bom, mas talvez por ser ruim também, mas principalmente por querer fazer parte de uma improvável e saborosa vitória do time considerado “fraco”. Quando vencíamos, comemorávamos pela praça toda, e quando isso acontecia, ficávamos sob os olhares de desprezo dos bons do pedaço.

Um dia, um pouco antes das férias de junho e com a expectativa do inicio da copa do mundo da Alemanha, fizemos um jogo contra a rua 1. Como sempre montei meu time com os renegados. Aquele dia a escalação foi incrível: Éramos eu, vulgo “o magrão”, meu irmão “o cabelo de anjo”, o Cascão, Neca “o gago”, Mário “manco”, Vandi “meleca” e Jorge “caolho” no outro time tinha: Deley, Flavinho “Peidorreiro”,  Xavier Gringo, Maurinho “o rato branco”, Jaci “cabelo de índio”, Adauto Melancia o craque e Zé Pedro “o louco”, jogavam muito.

A fama do time da rua 1 com um mix da rua 3 era de imbatíveis. Jogamos como nunca aquele dia. Perdemos como sempre. De lavada. Saímos na porrada com eles por causa de um gol de mão claro feito pelo Jaci, ele era esperto e bom de bola, mas vivia sacaneando. O jogo nem acabou.

Voltei para casa indignado. Queria revanche. Naquela noite chamei meu irmão e fizemos uma reunião. Tínhamos que criar um time oficial só pra sacanear os bons. O time dos renegados. Pensamos, pensamos e não achávamos um bom nome.Estávamos no quarto de dormir. De lá conseguíamos ouvir a gritaria da molecada correndo pelas ruas do bairro brincando de “carrocinha”, tipo Policia e Ladrão. Abri a janela e vi a lua cheia e logo abaixo a estrela mais brilhante do céu. Eu sabia que era um planeta e sabia que era mais conhecido como Estrela D’Alva. Na hora batizei meu futuro time de Estrela D’Alva Futebol Clube. Eu e meus sonhos megalomaníacos.

No dia seguinte bem cedo, reuni o time dos renegados e anunciei minha criação. Sem grana e sem recurso algum, vi que tínhamos que montar um “fardamento”. Perguntei se alguém tinha alguma camiseta branca e velha em casa, sabe aquelas que teriam apenas como destino ser pano de chão? Pois é, pedi que procurassem e trouxessem para imprimir o escudo e a numeração. Éramos pobres. Não tínhamos nada. Mas logo, algumas camisetas furadas, outras meio rotas, apareceram, mas faltavam a do Cascão e de outro garoto.. Fui pra casa, abri as gavetas e fucei até achar algumas outras lá no fundo, cheirando a naftalina. Juntei uma para mim, outra para meu irmão e mais duas, uma para o Cascão e outra para o Neca e as outras eram dos outros jogadores. Tínhamos então 8 camisetas. Achei uma caneta piloto verde sem tinta e coloquei álcool para revitalizar a tinta e consegui desenhar o escudo que ficou mais ou menos assim:

1 Dalva

Rabiscamos os números atrás das camisetas, eu era o 10. Eu era o Ademir da Guia. No dia seguinte, levei o “fardamento” para o pessoal do time. Cada  um ficou com a sua, cada um era responsável pela sua camiseta. Quando nossos adversários souberam do novo time, ficaram loucos. Queriam marcar um jogo naquele dia mesmo. Queriam nos destruir. Mas seguramos o ímpeto e marcamos a peleja para o dia seguinte. Na pracinha. Com as traves e a rede tosca. Ansiedade geral.

No dia seguinte, estávamos lá, na hora marcada, para a estreia do nosso amado Estrela D’Alva Futebol Clube. O time dos renegados. Eu sabia que iríamos ganhar. Era um sentimento só meu.

Vestimos as rotas camisas orgulhosos. O time adversário tirou um sarro da gente. Entramos em quadra, ali, e rapidamente decidimos quem sairia jogando, quem jogaria no gol, sem juiz para atrapalhar. Eu tinha uma bola de borracha dente de leite original, a bola era minha, mas eu queria é jogar com ela, furar se possível, mas tinha que ganhar aquele jogo. Regras definidas: Vale tudo, menos mão na bola e gol de mão, não vale sair do jogo mesmo se ralar a perna, joelho. Vira 4  acaba 8.

Foi um jogo memorável. Duro. Sem bola perdida. Gol lá, gol cá.  O jogo virou 4 a 3 para a rua três. Segundo tempo. Eles estavam preocupados, queriam acabar logo com o jogo. Saíram feito loucos querendo marcar logo 4 gols e acabar com a disputa. 5 a 3. Tomamos um gol inesperado que furou a rede tosca. Meu irmão foi até a rua lá embaixo e pegou a bola já surrada pelo jogo duro. Trouxe a dente de leite debaixo do braço em silêncio e colocou no meio do campo para a nova saída. No entreolhamos e percebi que ele queria surpreender o adversário. Fiquei com o pé sobre a bola e dei um pequeno toque para ele encher o pé direto para o gol adversário, no ângulo. 5 a 4. Na saída do time adversário, Cascão, sem querer, tomou a bola do Adauto Melancia, e ela veio para mim que toquei  encobrindo do goleiro deles. 5 a 5. Tensão no ar. Faltavam três gols para cada lado. Uma hora de jogo. Na nova saída, o time adversário tentou chutar a bola direto para o nosso gol. Mas ela foi longe e caiu na rua lá embaixo.

– Quem vai buscar? Gritou alguém. – Eu vou! falou Cascão.

O garoto correu e sumiu atrás de um muro. Todos tensos esperando o Cascão voltar e nada. Passaram-se alguns minutos, lá vem o Cascão sem a bola.

– Cadê a bola Cascão? eu gritei.

Nem respondeu, pois atrás dele vinham o temidos meninos da vila do sapo, um deles com a bola. Fim de jogo. Empate forçado para minha profunda decepção. Para não apanharmos na nossa rua pelos “maloqueiros”, marcamos um contra no campo deles e eles ficaram com a bola que seria recuperada se ganhássemos no campo de areia na casa deles.

Nem preciso contar que para o jogo contra os meninos da vila do sapo, levamos os melhores da nossa vila. O Estrela D’Alva Futebol Clube ganhara reforços, era o segundo jogo e o primeiro na casa de um adversário, em um campo de areia e lama ao lado de um córrego de esgoto fedorento. Finalmente ganhamos e por isso, foi porrada para todo lado, o plano dos meninos da vila do sapo era ficar com a bola, levamos socos e pontapés, mas heroicamente recuperamos a nossa bola. Cheguei em casa feliz da vida com o meu troféu recuperado. Tinha sido o último jogo do meu time. Meu inesquecível Estrela D’Alva.

 

Pequeno guia da novilingua e do duplipensar dos esquerdistas

ESQUERDES
O que significa neologismo?
substantivo masculino
  1. 1.
    emprego de palavras novas, derivadas ou formadas de outras já existentes, na mesma língua ou não.
  2. 2.
    atribuição de novos sentidos a palavras já existentes na língua.

O neologismo é uma ferramenta muito útil e os comunistas usam esse recurso com muita propriedade. Abaixo uma lista dos neologismos esquerdistas mais comuns e que são usados para te enganar todos os dias e seu real significado:

Quando um esquerdista diz…..     =    Na verdade ele quer dizer:…..

– Dialogo = Cuspo na sua cara e saio correndo e to cagando para o que você pensa.

– Popular/Povo = tudo aquilo que é de uso comum, sem valor e descartável

– Democrático = Comunista

– Estado Democrático de Direito = Estado Comunista Totalitário

– Voz das urnas = Minha Fraude Regularizada com apuração secreta

– Democracia = Comunismo

– Social Democracia = Comunismo

– Educação é um direito de todos = Marxismo Cultural é para todos

– Nossas instituições = Nossos QGs Comunistas

– Eleições democráticas = Eu no poder perpétuo

– Movimentos sociais = Guerrilha Urbana

– República = Comunismo

– Partidos = Companheiros

– Companheiros = Comunistas

– Cultura Popular = Destruição de valores do povo / Drogas

– Povo = Idiota útil

– Trabalhadores = Povo

– Partido dos trabalhadores = Comunistas

– Pátria Educadora = Pátria Doutrinadora.

– PAC = Plano de aceleração do comunismo

– Democratizar = Comunizar

– Elite = Conservador, seja ele rico ou pobre

– Conservador = Fascista

–  Fascista = Povo / conservador

– Oposição = Companheiros ( não temos e nem gostamos de oposição de verdade)
– Educar = Doutrinar

– Massificar = Democratizar

– Decadência = A Verdadeira democracia.

– Progressista = Marxista Cultural Militante

– Propostas Coletivas = Delicadezas Criminosas.

– Nós(1a pessoa do plural)/Nação = Eu (1a pessoa do singular)/companheiros.

– Cidadão = Povo

–  Golpe = Tudo aquilo que atrapalha nossa perpetuação no poder

– Safado = Companheiro

– Conspirador filho da puta = Companheiro que quer tomar o meu lugar na esquerda

– Temos que combater as drogas = Fomento da Cultura Popular

– Política de Educação da Juventude = Funk da periferia

– Redução do consumo e tráfico de drogas = Fomento da Educação e da Cultura Popular.

– Educação = Doutrinação Esquerdista

– Cadeia = Lugar bom para os meus opositores e inimigos

– A luta continua companheiros = A farsa continua comunistas.

– Reaça = Conservador

– Burguesia = Elite

-República Democrática ou Popular (Nome do País) = Ditadura Comunista (País amigo)

– Ideologia de Gênero = Doutrinação Marxista Cultural

– Estatuto (desarmamento, jovem e adolescente, idoso, etc etc) = Controle social

– Famílias Brasileiras = Vamos destruir através da reengenharia social

– Deus = Estad0

– Democratização da mídias sociais = Controle estatal das mídias (censura)

– Liberdade = Drogas, Bagunça, zona, destruição total

Agora pegue qualquer discurso de um esquerdista, use esse guia e veja a verdade sendo dita.

Aceito sugestões para ampliar e melhorar o nosso guia de neologismos esquerdista.

 

O que a vida nos ensina?

life-long-learningA vida nunca trouxe tantos desafios para os brasileiros como nestes últimos anos. Vemos a destruição dos valores fundamentais da civilização ocidental, eles estão sendo transformados em pó. Políticos e empresários mancomunados em destruir tudo que foi construido por nós durante décadas a fio. O clima dentro das empresas está cada vez mais pesado e tenso. O desemprego ronda os escritórios como um fantasma, ele age como o mensageiro da morte escolhendo sarcasticamente a sua próxima vitima.

Vou aqui fazer uma reflexão sobre esses problemas sob o meu ponto de vista como um homem de meia idade e pai de família, empresário semi desempregado que luta para manter-se são diante dos fatos inexoráveis da vida atual em nosso país.

Vejo, através do que nos acontece hoje, que os grandes aprendizados da vida vem até nós por meio do sofrimento e dos erros por nós cometidos.

Para um empresário como eu e para muitos profissionais, funciona mais ou menos assim:

Nós planejamos uma determinada coisa e ela não dá certo, dá tudo errado e nós precisamos, então, nos rearranjar rapidamente, mesmo sentindo todo o peso da frustração sobre nós. Com isso, pode não parecer, mas nós crescemos de uma forma inenarrável. São as frustrações, os erros, o sofrimento, a dor que fazem com que possamos crescer nesta vida.

Eu pensei em como seria se todos nós tivéssemos uma vida perfeita, onde não sentíssemos dor ou sofrimento, onde nada desse errado, certamente sairíamos da vida como nós entramos, ou seja, completamente vazios.

É preciso passar pelas mais diferentes situações ao longo da existência para que nós possamos aprender alguma coisa. Quem não vive, não aprende nada. E viver é acertar, é errar, é sofrer, é sentir a felicidade, é sentir a vibração dentro de nós quando nós conseguimos alcançar nossos objetivos ou não. Quando a frustração se abate sobre nós e nós sentimos a nossa impotência, nossa falta de forças para reagir, esse é o momento propício para que o ser humano se reconstrua. É aqui que devemos parar e pensar: ” Pois, se não deu certo na primeira vez, fatalmente terei uma segunda chance.”

Todos nós experimentamos várias chances ao longo da existência. É preciso aproveitá-las. Mas para isso é necessário se reerguer e dar continuidade na caminhada. Na realidade a vida não é cor de rosa, não é um campo onde todas as flores estão prontas para serem colhidas. Mas sim um campo virgem onde nós primeiro precisamos semear. Nós precisamos preparar a terra. Colocar as sementes carinhosamente sobre o solo. Enterrá-las e regar a terra para que as sementes possam germinar, crescer, florescer e dar os seus frutos. Mas pode ser que no meio da seara venha de repente uma tempestade e leve tudo embora e destrua os frutos do nosso trabalho. Mas isso não quer dizer que os dias estão acabados. Mas que devemos nos reerguer e darmos continuidade à caminhada. Por que viver não é fácil. Quantas vezes eu já pensei em desistir de tudo.

Mas para que fugir disso agora?

Ora, precisamos é aprender com tudo isso, e não fugir das situações que nos desagradam.

E como experimentar o agrado sem vencer o desagrado?

A vida é como uma escada e precisamos subir degrau por degrau, não podemos queimar determinadas etapas. Subimos degrau após degrau, um após o outro. Um pé de cada vez. Só assim chegaremos ao andar superior de nossa existência. Mas, se enganam os que acham que a caminhada acabou, é ai que começamos novamente nossa caminhada e novos desafios chegarão. E outros andares deverão ser alcançados. É assim nossa vida como seres humanos.

Nossa vida possui vitórias e derrotas. Existem momentos de alegria e tristeza. Existem sorrisos e lágrimas. Sentimos o peso da vida e choramos. Pensamos em desistir de tudo.

Descobri que nós somos uma “quadrinidade”: Corpo, coração, mente e espírito. E para não desistirmos de tudo devemos e temos que ser íntegros, ou seja, corpo, coração, mente e espírito atuando em harmonia com Deus. Precisamos estar preparados para o que virá. Precisamos estar prontos a cada instante para nos reconstruirmos e continuarmos a nossa caminhada.

A vida é isso. É uma escola onde aprendemos muitas coisas. E para que sejamos bons alunos nesta escola, temos que estar sempre bem dispostos e devemos ser sabedores da nossa “quadrinidade”, devemos saber que sem a integridade não há possibilidade de crescimento. É como em uma sala de aula em uma escola. Um aluno bem disposto e íntegro aprende mais do que aquele que não se entrega de espírito, coração e mente para os estudos. É preciso colocar o coração, a mente e o espírito nas lições para aprende-las. E na vida é assim também. Na escola da vida precisamos estar sempre bem dispostos. Precisamos da nossa disposição para aprender e evoluir e para alcançarmos os nossos objetivos.

De nada adianta ficarmos reclamando o tempo todo dizendo que a vida é uma merda, desculpem o termo, mas muitas pessoas reduzem a existência humana a isso, dizendo que a vida é uma merda, e se as pessoas pensam assim, realmente as coisas não podem melhorar. Sim, existem dias que realmente são uma merda. Dias ruins, dias péssimos. Onde nós somos abatidos por um pessimismo terrível. Por uma frustração que corroí todas as nossas esperanças. Mas isso não quer dizer que nós devemos desistir. Uma coisa é nós sentirmos frustrações e outra coisa é deixarmos que as frustrações nos derrube. E mesmo que nos derrube, não podemos nos conformar com a queda e devemos fazer de tudo para nos levantar. Muita gente se conforma com a queda. Quando elas estão deitadas ao chão, derrubadas, aflitas e sem esperança, elas acabam se conformando com isso, acreditando que a vida se resuma ao sofrimento. Mas a vida é muito mais do que isso. Mas todas essas situações, mesmo a negatividade, contribuem para nosso crescimento. É passando por todas essas coisas que nós aprendemos. Agora, já sabemos, já aprendemos que se a vida fosse perfeita não aprenderíamos nada. Nós sairíamos da vida como nós entramos nela. Vazios. É a tristeza, a dor a felicidade e as frustrações que nos fazem aprender. É com todas essas coisas que nós evoluímos. É com isso que vamos virar os destinos de nossa vida e que hoje parecem insolúveis.

Nós seres humanos somos como uma planta. Para que uma planta possa se desenvolver ela precisa estar pronta para enfrentar os mais diversos fenômenos naturais. Vento, chuva, sol calor, tempestades , seca, inundações, pragas. E quando a planta conseguir passar por tudo isso vai dar bons frutos. Com o ser humano é a mesma coisa. Nós passamos por inúmeras dificuldades e tempestades ao longo de nossa existência, mas quando superemos rendemos bons frutos. Essas tempestades devem servir para nos fortalecer e não para nos derrubar. Sim, pois existem pessoas que desistem diante das dificuldades, mas outras se fortalecem, conseguem crescer e alcançar seus objetivos.

Existem dois tipos de seres humanos: Os vitoriosos e os perdedores. Os vitoriosos não ganham sempre, em determinados momentos eles são derrotados, mas eles não se conformam com a derrota. Eles colocam na mente, no coração e no espírito, que eles tem que continuar, pois vencerão na próxima oportunidade. Isso é que caracteriza o sucesso de uma pessoa: Não se conformar com a derrota. A vida é uma escola com muitos aprendizados e precisamos estar sempre prontos para aprender. Seja por meio do sofrimento ou da alegria. Das lágrimas ou do sorriso. Portas se fecham, portas se abrem. Mas a vida nunca fecha todas as portas para nós. Ela sempre nos oferece portas interessantes e desafiadoras e se encararmos de peito aberto essas oportunidades, é claro que cresceremos e alcançaremos nossos objetivos. Sim, sempre ficaremos tristes eventualmente, mas a tristeza deve ser superada para que alcancemos a felicidade no estágio seguinte. Devemos estar prontos para tudo, tanto para a vitória como para a derrota. Nada está perdido para sempre quando temos fé, esperança e acreditamos em nos mesmos e principalmente na força, no amor e na energia que Deus nos concede para superar todas as dificuldades da vida.

Texto transcrito e adaptado do vídeo chamado: O que a vida nos ensina…  de autoria do Professor Maro Filosofo – Fica aqui meu sentimento de gratidão pelas suas sabias palavras.

Uma história de pai e filho…

Father-Son-StoryO filho de 9 anos vê o pai com o ar pesado e sério sentado no sofá com o rosto entre as mãos e pergunta:

– Pai, você está preocupado com alguma coisa?

O pai, repentinamente afunda o rosto nas mãos , esfrega os olhos remelentos por detrás dos óculos e olha nos olhos do filho serenamente e diz:

– Não filho, apenas pensando um pouco na vida.

O filho, ainda sem entender, pergunta novamente:

-Pensar na vida deixa a gente preocupado? Isso é filosofar? Está filosofando pai?

O pai surpreso tenta explicar.

-Depende, filho. É, ultimamente ando filosofando muito.

O filho novamente faz outra pergunta:

-Pai, meu amigo da escola disse que o pai dele ficou desempregado e ele está com medo de ter que sair da escola. Porque tem tanta gente perdendo o emprego?

-Não filho, isso não vai acontecer. Logo ele arrumará outro apesar da crise econômica. – responde o pai sem se espantar. – Atualmente isso está bem comum, tem muitos desempregados.

-Mas pai, a mamãe disse que o senhor também perdeu o emprego o ano passado por causa de crise, da corrupção. Eu vou ter que sair da escola? Eu sei que é cara.

E o menino logo emendou:

– A mamãe disse que o senhor trabalha de forma autônoma agora, isso é bom papai?

O pai surpreso respondeu:

-Nem bom, nem ruim filho. Apenas uma nova condição profissional em que estou agora.

-Então, porque você está com essa cara de tão preocupado, você agora deve estar ganhando a vida, né? – Pergunta o filho com uma carinha de sapeca.

-Ah filho, coisas de adultos, você não entenderia. Diz o pai, virando o rosto quase rindo.

-Claro que entendo, entendo sim.- Outro dia vi na internet que teve um homem que enriqueceu depois que foi despedido do zoológico. Ficou rico de repente. Mas tem gente dizendo que ele deveria ser preso por que ninguém fica rico de repente, né? Isso eu entendo. Ele deve ter feito coisas erradas para enriquecer.

O pai olhou para o filho incrédulo. Mas imediatamente ele perguntou mais uma vez:

-Pai, outro dia, indo para a escola eu notei o quanto nossa cidade é feia, pichada, com prédios decadentes e muitas pessoas vivendo nas ruas. Sempre foi assim?

-Não filho, teve um tempo, muito antes de você eu eu nascermos, em que as coisas eram um pouco mais organizadas e limpas, mas infelizmente agora está assim.

-Mas porque ficou assim? Não faz o menor sentido? Eu penso que tudo deveria ser mais bonito, não é?

Pacientemente o pai respondeu:

-As pessoas se acostumam com o feio, filho. Esquecem o que é belo. A decadência é algo lento e gradual e pouca gente percebe isso.

O filho, olhando para o chão da sala, pergunta:

-Você vai arrumar outro emprego? Precisamos de dinheiro, certo?

O pai, retomando a seriedade disse:

-Filho, não deixe que a insegurança domine você. Existem várias formas de se ganhar dinheiro de forma honesta e honrada, mesmo depois dos 50 anos. Não precisamos acreditar que só empregos salvam a vida da gente.

-Como papai? – perguntou o garoto com um brilho no olhar.

-Você pode criar uma empresa e ter muito sucesso como empresário em qualquer idade. – disse o pai sem convencer o menino.

-Mas você vive reclamando dos impostos cobrados pelo governo. Outro dia ouvi você reclamando com a mamãe que eles ficam com quase todo o lucro de sua empresa. Isso que você me disse de ser um empresário me parece estranho e ilógico como você mesmo fala.

O pai bufando por ter sido pego, diz:

-Filho, deixe eu te dizer uma coisa, a vida é como uma roda. Hoje, as coisas podem não estar tão boas, mas se tivermos paciência, perseverarmos e trabalharmos duro, podemos reverter toda essa situação.

-Poxa, pai, entendi. Eu vou fazer o seguinte, vou ajudar no que puder, mas eu ainda só sou um menino. O que você sugere que eu faça? Como exemplo, posso diminuir o tempo do banho, não gastar com bobagens, não brigar tanto com meu irmão. Posso usar um dinheirinho que tenho no banco para te ajudar. Lembra da poupança que você e a mamãe fizeram para mim?

O pai emocionado falou:

-Meu amor, apenas peço que se prepare. Leia muito, estude de forma profunda e com amor, para que no momento certo você entenda a realidade que te cerca. Intelectualize-se. Não tenha medo do futuro, se te chamarem de “nerd” sorria, não tenha medo de ser quem você é. Sendo assim, na hora certa, você se tornará um homem feito e você saberá agir e agindo você irá florescer junto com suas potencias e dons recebidos por Deus e não dependerá de um emprego para sobreviver. Jamais se esqueça disso.

Neste momento o filho diz abraçando com uma força que surpreende o pai:

-Pai, não quero que você morra, nunca, muito menos de preocupação por causa desse momento e desses problemas.

-Filho, não vou morrer. Lembra do combinado que viverei até os cem anos? Mas entenda que a morte é um fato inexorável da vida. Uma coisa eu te digo, vou fazer de tudo para ficar o máximo de tempo que eu conseguir aqui junto com vocês, até os cem anos.  Mas, se por acaso, eu partir pelas mãos de Deus um pouco antes, saiba que sempre estarei em seus corações para sempre.

O filho se afasta e olhando nos olhos do seu pai diz:

-Pai, uma ultima coisa.

-O que é menino? – responde o pai já impaciente com a situação.

Então o menino suavemente fala:

-Eu te amo. Não importa o que tenhamos, não importa o que aconteça, não importa o que você seja.  Eu sempre te amarei.

 

 

Masculinidade, o que está acontecendo com os homens?

supermouseE o rei Davi, em seu leito de morte, diz para seu filho Salomão:

– Eu me vou pelo caminho que segue toda a terra, se corajoso e porta-te como homem!

Quantas vezes eu ouvi de minha mãe e de meu pai essa admoestação:

-Seja homem, menino! Engole esse choro! Pare com isso.

Por que isso? Por que os pais falam ou deveriam falar isso para seus filhos homens?

Não dizem isso para suas filhas:

– Seja mulher menina!

Lógico, nenhuma mulher de verdade precisa se afirmar de sua feminilidade. Me parece que o substrato básico da humanidade é a feminilidade. Então, para que surja o homem é necessário um determinado esforço. Os meninos, quando embriões, que vivem toda sua gestação no ambiente feminino da mãe, precisará se esforçar biologicamente, pois o embrião é inicialmente feminino, mesmo quando sendo geneticamente um menino. E para nascer um menino, uma atividade química profunda acontece fisicamente. Psicologicamente os filhos são criados pela mãe, naturalmente, até uma certa idade. Somos mamíferos e vivemos do seio materno. Meninas vivem o mundo da mãe e não precisam sair dele. Os meninos precisam se afastar do ambiente da mãe, por isso nós homens precisamos nos esforçar para sermos Homens. Se não fizermos isso, viveremos no mundo feminino para sempre, seremos eternos afeminados. Ser mulher é ótimo. Sim. Mas para as mulheres. Ser Homem é uma condição espiritual, cultural. Isso vem de nossa herança Judaico Cristã. Em várias culturas existem o rito de passagem para a vida de homem. Temos que nos dar em sacrifício. Devemos sair do mundo feminino e nos sacrificar. Ser Homem é dar a vida pela suas mulheres. O homem é o que luta e tem valor, o Homem varonil.

Então como se faz um Homem?

A masculinidade se faz como uma tarefa, como um desafio, como uma longa viagem. Nós devemos nos fazer Homens. Devemos nos tornar Homens.

Recentemente, na Alemanha, mulheres foram brutalmente estupradas por “imigrantes” na cidade de Colônia. No início, a imprensa noticiou isso timidamente, mas diante da indignação de muita gente, mais detalhes deste crime começaram a ser divulgados. Com isso discussões acaloradas sobre as motivações e diferenças culturais começaram a ser travadas.

O que mais surpreendeu foi a reação do homens europeus. Houve uma manifestação na Holanda onde os homens vestiram minissaias em protesto contra esse ataque sexual em massa. “Nossa, agora os agressores se sensibilizarão e não vão mais atacar as mulheres Europeias que usam mini saias” eles devem ter pensado.

Foi isso que décadas de ativismo feminista conseguiu. Esse foi o resultado nefasto desta política ignóbil que tornou o homem, não só o Europeu, em um ser afeminado incapaz de proteger e defender suas mulheres.

Os homens estão deixando de lado a virilidade, honra, coragem, coisas úteis para proteger suas mulheres e sua cultura. A situação é grave e isso se tornou mais evidente ainda quando papa escondeu do líder iraniano as pirocas das estátuas com medo de ofende-lo. Fazendo isso, o papa, com seu “bom mocismo”, baixou as calças do ocidente para o líder iraniano literalmente.

Foi o que disse uma jornalista Dinamarquesa, sim uma mulher europeia, esta semana:

– Que mensagens estamos , então, mandando para os agressores de outras culturas que não respeitam mulheres? A resposta é: Que os homens Europeus agem como mulheres. Isso mostra que não temos homens e poder para lutar contra os agressores.

Sim, uma mulher europeia esta dizendo isso. E ela diz mais:

– Isso está também relacionado com os políticos europeus que são fracos. São como as mamães que acolhem, protegem, são inclusivos e nos dizem como devemos respeitar refugiados e outras culturas. Claro que devemos ajudar quem necessita. Mas os europeus não estão sabendo lidar com essa onda de estupros e terrorismo. A cultura está afeminada. Muitos homens europeus foram educados para serem e pensarem como mulheres e ter mentalidade dócil.

E onde foi parar a virtude heroica masculina?

Perdeu-se no desbalanceamento entre o feminino e masculino. A nossa cultura precisa do equilíbrio entre o poder masculino e feminino. Mas agora o poder masculino se foi e podemos ver aí as consequências disso.

O Homem é o que luta, que defende sua família contra o inimigo, que entra na batalha. É este que deve ser criado. E o Homem deve fazer isso sacrificando o seu próprio ser.

São as histórias tradicionais da nossa civilização que nos ensina isso. Histórias de bravura. Do homem que resgata a sua princesa das mãos dos tiranos.

Hoje em dia não vemos mais homens virtuosos, de valores, capazes de ficar em pé e lutar de verdade contra esses agressores. Vemos apenas umas mocinhas assustadas protestando de minissaias.

Não reajam, eles nos dizem, deixe que levem tudo!

Eu sou o macho protetor sim. E ensino meus filhos a o serem também. Afinal, quando criança eu admirava o super Mouse que salvava sua doce amada das mãos de gatos tiranos, eu adorava brincar de capa e espada onde eu, em meus sonhos, cortava ao meio todos aqueles que ousassem invadir meus castelos imaginários. E ai daquele que tentar invadir meu castelo hoje, será expulso à base de muito estampidos de pólvora nada imaginários.