A vida é dor!

crusadersQuem pensa que a vida é apenas uma festa hedonista sem fim está enganado. A vida é sofrimento. Sofrimento dos grandes. Aos mimados, sensíveis e chorões de plantão, me desculpem a franqueza: Iremos sempre sofrer como qualquer mortal, nós iremos morrer. Eu, você… todos!! Não importa o que façamos, teremos que prestar contas pelos nossos atos.

Caso você seja um revoltadinho por não ter aquilo que deseja, ou apenas sonha com um paraíso reconstruído aqui na terra, esqueça. Logo alguém que você ama, que você tem alguma simpatia e apreço, vai partir antes de você, caso você não tenha a sorte de ir primeiro. É só uma questão de tempo.

Hoje perdi um amigo querido. Ele se foi tão rapidamente e sem aviso. Passeando pelas redes sociais vi uma foto dele sorrindo e a palavra RIP estampada logo acima do rosto. Fiquei chocado. Então, vários avisos sobre este fato, começou a pipocar aos montes entre meus amigos do meio musical. Então pensei: “Como dói perder amigos”. Temos o péssimo hábito de não encarar essa dura realidade de frente: “Para morrer, basta estar vivo”.

Hoje também tive a infelicidade de ler um artigo sobre Jesus de um cidadão chamado Gregório. Gregório é um desses senhores que se enganam o tempo todo. Ele foge da realidade. Tem medo de encarar os fatos. Ele quer viver em um mundo igualitário, mas não encara o fato de que a morte nos iguala forçosamente na condição de pó. Ele tem medo de ver que a única coisa que faz a diferença nessa hora é apenas a fé genuína no transcendente que cada um de nós possui.

Ele prefere entrar em uma guerra do nós contra eles. Gente como ele tem medo do transcendente. Por isso, querem ser os donos da narrativa hedonista e igualitária do pós modernismo. E todos que não compactuam dessa narrativa pueril são chamados de intolerantes e preconceituosos. Esse senhor é incoerente. É defensor dos que se sentem oprimidos, é defensor das minorias. Usa essa prerrogativa para oprimir a verdade. A verdade que todos os seres que vivem neste planeta estão, de certo modo, sendo oprimidos, cada um a seu modo. Cada um de nós está dando ouvidos as vozes que habitam nossa mente e nos diz que nós mesmos poderíamos ser mais belos, mais inteligentes, mais magros, mais bonzinhos. Esse senhor reduz cada indivíduo, com seus problemas psicológicos, até se tornarem uma minoria individual. Esse senhor é o tipo de homem que acredita ter o poder de corrigir toda e qualquer opressão do ser humano com suas piadas e historinhas de péssimo gosto.

Mas esse tipo de idiota não entende que isso é impossível. Prefere criar um mundo de fantasias perfeitinho e busca incansavelmente realizá-lo. Mas a pergunta que fica é:

-Quem pode realizar isso? O mercado? O ditador? Quem pode?

Ora, nenhum humano pode resolver isso. É impossível. Não somos Deus.

Esse senhor é um boboca coitadista tentando oferecer algo que não querermos e nem precisamos. Não precisamos de sua falsa intelectualidade para dizer quem foi Jesus. Não estamos dispostos a pagar esse preço por algo que não precisamos. Gente como ele quer atomizar a sociedade. Esse tipo de crápula pega Deus e o enterra. Quer apagar Aquele que foi injustamente pregado em uma cruz e torturado de uma forma inimaginavelmente dolorosa, justamente para nos livrar desse sofrimento.

E o que ele faz com esse exemplo de sofrimento atroz? Ele o enterra.

Gregório é um homem ressentido e que não aceita que todos que ele conhece morrerão em breve, inclusive ele mesmo. É compreensível que um tipo desses esteja realmente ressentido com Deus somente por esse motivo. O que ele não percebe é que ele está experimentando do sentimento de que ele tanto quer sublimar. Ele está criando um inferno pior do que já é, única e exclusivamente para ele. Ele está submergindo no seu sofrimento pessoal cada vez mais, sem perceber. E cada vez mais se vende para não sentir essa dor.

Mas a vida é isso mesmo, a vida é dor e sofrimento. E esse idiota faz de tudo para reduzir essa verdade incontestável a uma piada que só ele acha graça. Esse coitado foge da dor, pra que?

Quando meu pai, minhas avós e meu irmão morreram, tive que encarar a dor, o sofrimento. Tive que me erguer e arrumar forças para organizar os funerais. Não me permiti ficar chorando em um canto feito um cãozinho sem dono. Me ergui com firmeza para conquistar a confiança de todos de que eu faria o que tinha que ser feito que era enterrar meus mortos. Mesmo sendo também uma vitima daquela situação extremamente dolorosa. E é assim que todos fazem. E é assim que deve ser.

Esse senhor chamado Gregório deveria se perguntar:

– Que há de errado comigo? Por que eu odeio Deus?

Sempre se pode buscar e encontrar o que faz falta na sua atual condição para ser um Homem de verdade. Você pode se auto corrigir. Procurar reunir o fragmentos de seu ser. Deixar de ser um bebê mimado, briguento, odioso e neurótico com o transcendente. Não seja como o Gregório. Um destruidor e vilipendiador da força espiritual das pessoas.

Quando você se auto corrigir, mesmo que minimamente, sim, porque Deus é misericordioso, talvez você perceba que esse ato de se auto corrigir o ajudou a aliviar seu sofrimento, mas que, infelizmente, agora fez com que você não possa mais destilar todo seu ódio aos que creem. Enfim, notará que o que fez é realmente muito difícil, e verá o quão complexo é arrumar toda a bagunça que foi gerada pelas horrendas palavras proferidas por você durante toda a sua vida, e que fez isso mesmo para enganar os incautos. Perceberá a complexidade que é a nossa sociedade e perceberá a impossibilidade de consertá-la. Se perceberá um tolo.

Hoje, o Gregório quer consertar o mundo usando uma revolução cultural criada em seu mundo interno fragmentado. Mas, não, nada consertará este mundo. É preciso da ajuda de um Ser especial para consertar, não esse mundo, mas seu corpo, coração, mente e espírito destroçados.

Tá, e como superar a dor e o sofrimento desta vida?

Seja uma pessoa melhor, veja, não seja como o Gregório. Ser como ele é fácil. Ser diferente dele exige grande responsabilidade. Até agora Gregório não deu a mínima para isso em sua vida. Ele está vagando por ela fazendo o que bem entende, falando o que dá na veneta. Tudo isso para satisfazer seus impulsos mais vis, mais mundanos, tudo para viver uma vida hedonista, por mais inútil que isso seja na prática. Ele está preso apenas ao significado tolo de suas idéias, que gera uma falta de responsabilidade em todo o resto.

Eu pergunto a ele:

O que o senhor está perseguindo? Uma vida só de prazeres fúteis ou uma vida de responsabilidades? Claro que é primeiro caso. Isso é que eu chamo de “vender a alma”.

Esse senhor tem que encarar o fato de que a vida é dor. Ele deve se recompor diante disso. E fazer isso não é nada fácil. Fico surpreso quando vejo quantos Gregórios existem por ai e me espanto que o mundo ainda esteja de pé, mesmo que aos trancos e barrancos.

Mas é assim que nossa sociedade funciona. Ela é composta de gente com inúmeros problemas. Sejam eles de ordem física ou mental. E mesmo assim a coisa anda. Milhões fazem coisas que detestam, mas fazem seu trabalho com honra e responsabilidade. Outros milhões, fazem apenas o que lhes dão prazer.

É um verdadeiro milagre que o mundo ainda esteja de pé, se temos milhões de pessoas que pensam como esse tal de Gregório e que destilam o ódio sobre o amalgama que ainda segura a sociedade de pé que é a fé no que transcende esse mundo físico.

Esse senhor é de uma ingratidão enorme. Está o tempo todo cercado por pequenos milagres da vida, mas prefere os ignorar em nome de um mundo utópico distante. É um milagre que ainda funcionamos com tanta loucura Gregoriana espalhada por aí. Como é possível isso?

Por isso, peço a todos: Recomponham-se, transcenda seu sofrimento. Seja um herói para tanta gente que está perto de você. Lute consigo mesmo, antes de tentar destruir o que ainda resta do que salva o ocidente. Tente diminuir ao máximo o sofrimento das pessoas, mas não com piadas sem graça e sem conteúdo. Mas com a espada da justiça.

A sorte é que, cada vez mais, milhões já pensam: “E eu sei porque os Gregórios da vida fazem esse tipo de coisa e o que realmente querem com isso.”

E pensar em tudo isso que eu escrevi e no meu amigo que se foi, vem uma dor imensa que dilacera meu coração, mas que me faz ter ainda mais fé, amor e esperança Naquele que transcende o tempo e que jamais nos abandonará à merce de gente como esse tal de Gregório.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

 

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Oi, sou o Estado, em que posso te ferrar hoje?

Apresentação1Conheci recentemente um empresário muito simpático, falante e que tinha um sotaque diferente. Pensei que se tratava de um italiano. Mais tarde ele me revelou que era argentino e que morava no Brasil havia 30 anos. Em uma conversa inicial sobre filhos, escola, família, começamos a falar sobre politica e empreendedorismo. Disse a ele sobre meu desanimo com relação a isso e a completa falta de coragem para empreender novamente depois de sucessivos fracassos.

-Amo esse lugar. São Paulo é uma cidade incrível. Mas muito complicada sabe? – ele disse isso de forma segura.

Concordei com ele. Disse que os sucessivos governos de esquerda populistas de tivemos nos últimos 30 anos destruíram a maior cidade do país. – Infelizmente temos que conviver com isso. –  eu disse a ele com um tom de resignação.

– Na Argentina foi a mesma coisa. Os Kirchner, populismo, esquerdismo, um inferno, disse ele rindo. – Mas o Brasil é forte, precisa apenas acabar com a corrupção. – ele concluiu. Então, depois de alguns segundos pensativo continuou:

– Meu caro, vou te contar uma história inacreditável que eu vivi aqui em São Paulo:

– Há alguns anos, resolvi abrir um bistrô charmoso em Moema. Aluguei o local, reformei, investi um bom dinheiro nisso. Abri a empresa, contratei o pessoal e comecei logo a atender o público, pois acreditava que estava com toda a documentação em ordem e algumas outras em andamento com o contador, e precisava faturar né?

Aí começaram os problemas. Para conseguir que o alvará de funcionamento fosse definitivamente autorizado, tive que conseguir um monte de outros alvarás e pagar um monte de taxas que eu nem sabia que existiam. Era necessário tirar documento para tudo: desde corpo de bombeiros até vigilância sanitária, tudo era regulamentado. Precisava ter milhares de autorizações da prefeitura. Tudo tem que ter um tamanho padrão, uma altura padrão, uma cor padrão.

Bem, pra você ter uma ideia, levei mais de um ano para colocar tudo que pediram em ordem. Gastei uma fortuna nisso. Um dia, depois disso tudo, veio um fiscal da prefeitura para verificar se a regulamentação da regulamentação estava sendo seguida e em ordem, pediu para verificar se a acessibilidade da rua estava de acordo com as normas da prefeitura. Eu estava tranquilo, pois havia feito tudo de acordo com as tais regulamentações. Mas o tal fiscal me fez a seguinte pergunta:

– Cade o estacionamento do cadeirante?

Então eu disse que não tinha como parar na frente do estabelecimento tinha uma plana de proibido estacionar. O fiscal então disse:

– Você tem que providenciar um estacionamento, se não o alvará final não será liberado!

Bem, fui até a CET pedir para providenciar um espaço em frente para que carros de cadeirantes pudessem parar em frente. Como sempre, não fui atendido. Então pesquisei com meus vizinhos e descobri que havia um estacionamento quase do lado que eu podeira fazer um convênio. Providenciei tudo, contrato, tudo certinho e fui até a prefeitura para tentar liberar o alvará. Chegando lá, o servidor público responsável por isso me atendeu com uma má vontade desgraçada. Disse que o contrato não servia e que não era possível liberar, etc, etc. Então eu fiz a clássica pergunta:

– O que eu tenho que fazer para que eu consiga a liberação do alvará?

O servidor me olhou cinicamente e disse:

– Cinquentinha!

No começo eu não havia entendido e perguntei novamente:

– Cinquentinha o que?

Ele disse na maior calma do mundo:

– Cinquenta, meu amigo, cinquenta.

Eu ainda sem entender perguntei:

– Pagar uma taxa de cinquenta reais?

Naquela altura eu pagaria os cinquenta reais da taxa para para me livrar daquela situação. Mas, o homem disse:

– Cinquenta Mil reais… isso porque sua empresa já está de acordo com tudo. Se não estivesse, seria o dobro.

Meu amigo, na hora meu sangue argentino ferveu e parti pra cima do cara. Seguranças tiveram que me conter. Chamei o cidadão de tudo que é palavrão. Ele calmamente me disse:

– O senhor poderá ser preso por desrespeito ao servidor público!

Imagine, ele falou isso com um sorriso sínico no rosto. Então, eu coloquei o dedo na cara dele gritando:

– Esse foi  o valor que eu investi só na reforma para atender as exigências da prefeitura, seu canalha!

E ele gritou:

-Você não terá alvará porra nenhuma.

E eu falei para todos da repartição ouvir:

– Eu serei obrigado a fechar o estabelecimento e mandar oito funcionários embora, caramba!

Ninguém deu a minima, o pessoal de lá pareciam acostumados com aquele tipo de reação dos contribuintes.

Hoje trabalho como corretor de imóveis. – ele concluiu com cara de desanimado.

Então, meio espantando mas consciente de que lidar com o Estado todo poderoso é assim mesmo, contei a ele clássica piada sobre isso:

– Sabe aquela? “Oi, sou o estado, em que posso te ferrar hoje?”

Ele riu e disse:

– Vocês brasileiros são incríveis, admiro vocês!

Por fim, o Estado venceu e ele teve que fechar o estabelecimento com dois anos de funcionamento apenas, e desempregando oito pessoas.

É esse é o meu país! – pensei com os meu botões – bonzinho para com os parasitas e cruel e extorsivo com quem deseja empreender, desenvolver um bom trabalho e melhorar sua vida e a dos outros.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

Alguns diálogos com meu pai.

dia dos pais3                                                                             Meu pai, Eraclides Manieri, nos anos 50 em frente a sua casa na Rua do Parque no bairro do Ipiranga.

São Paulo, 21 de junho de 1970

– Pai, olhe só quantos balões coloridos no céu… – eu disse isso apontando o dedo indicador para o céu azul.

– Não dá nem pra contar filho, quantos você acha que tem? – ele perguntou seriamente.

-Infinitos! – eu respondi sem saber o real conceito disso.

-Hoje seremos os melhores do mundo de novo, filho. Por isso o povo solta os balões. Ouça os rojões – ele dizia isso olhando para o céu cheio de esperança.

-Que sorte eu tive de nascer no melhor país do mundo pai! – disse isso abraçando as finas pernas dele pai em agradecimento.

-Pois é filho, espero que não apaguem a luz que habita a alma caridosa e festiva do nosso povo. Agora vou ajustar a antena para vermos o jogo do Brasil! – e me puxou pra dentro de casa.

São Paulo, 13 de março de 1979 – 9 anos depois…

-Pai, quem é de verdade esse tal de Lula que eles tanto falam? – perguntei isso vendo pela TV a multidão aglomerada que ouvia o discurso do Lula que estava de pé sobre um pequeno palanque de madeira em uma assembleia do sindicato dos metalúrgicos lá no estádio da Vila Euclides em SBC.

-É um cara lá do sindicato. Um bandido filho da puta pelego. – disse isso sem cerimônias enquanto tragava profundamente seu Minister e soltava um baforada de fumaça pelo vão da janela aberta da sala.

-Não entendo, parece que ele quer o bem dos trabalhadores deste país, pai. Luta contra a ditadura – eu disse isso sem tirar os olhos da TV cheia de imagens fantasmagóricas.

-Eu conheço essa laia, filho, sei das intenções deles. Eu também sou do sindicato. Esse sapo barbudo nunca trabalhou. Ele é politico. Joga dos dois lados. Eu sei qual o tipo de “ditadura” ele gosta. – meu pai se levantou do sofá para ajustar o nível vertical da TV que insistia em se desestabilizar e reclamou: -Puta merda, essa porra de sinal…  e ficou lá ajustando o botão por alguns segundos e voltando para o sofá, falou:

-Filho, essa greve é uma farsa, esse povo que está ai no estádio foi coagido a ir até lá. Nada do que você vê aí é real.

-Pai, como assim? O senhor está louco…! – eu disse olhando para ele com cara de poucos amigos.

-Moleque, você não sabe nada da vida. Você verá quando esses canalhas chegarem ao poder, vocês estarão todos fudidos. Escreve ai, moleque… sorte que eu não estarei mais aqui pra ver toda essa merda se materializar.

Dezembro de 1980,

Era uma triste cerimonia de despedida…

-Filho, vamos até lá abraçar meu irmão, vamos, ele é seu tio.

De longe eu via um caixão onde estava uma prima querida. Ao lado dela um caixãozinho do seu filhinho que não suportara a doença repentina que fizera sua mãe sucumbir e que, infelizmente, ele também não suportara. Meu pai ao meu lado segurava o choro enquanto abraçava seu irmão desolado.

O cheiro das velas me deixou enjoado. Depois de alguns minutos de incredulidade e dor, saímos do local e lá fora fomos cercados por um senhor que me perguntou:

-Esse é seu pai? -apontando para ele.

-É sim senhor. -respondi secamente.

-Pois então eu vou te falar, esse é parceiro, viu? Você tem sorte garoto! – disse isso enquanto abraçava meu pai longamente dando batidas fortes com as mãos nas costas dele.

-Filho, esse é um amigo meu de longa data. A gente bagunçou muito naquela época. – disse meu pai como que rejuvenescendo.

-E como… lembra Dinho? – ele perguntou dando um sorriso maroto pra mim.

-Claro, lembra quando a gente arrumou aquelas namoradas que eram irmãs? – perguntou meu pai ao amigo.

E eu pensei:

-Como é que é? Que história é essa? Deixa só a mãe ouvir isso!! – enquanto fazia uma cara de espanto.

-Tá espantado com o que moleque? Sim, a gente saia para pegar umas meninas sim e dai, eramos solteiros porra!!!? – falou meu pai sempre de forma séria.

-Lembra quando aquela doida que eu estava dando uns beijos e que era irmã da sua namorada?  Lembra cara, estávamos juntos dando uns amassos nelas? – disse o amigo do meu pai.

-Nossa velho, lembra disso? E a mina te dispensou e, claro, e eu desisti da minha namorada na hora e fomos embora juntos rindo pra caralho! – disse meu pai sorrindo de forma velada.

-Viu só moleque, entendeu agora porque seu pai sempre foi um parceiro? Ele nunca abandonou seus amigos. – disse aquele senhor que eu nunca havia visto.

Eu ainda espantado, olhava meu pai boquiaberto.

-Tá olhando o que moleque? – disse ele, e continuou: – Se não fosse isso você não estaria aqui, agora vamos procurar sua mãe! virou-se enquanto puxava, eu e o amigo, de volta para o velório.

16 de abril de 1984

Eu havia acabado de chegar da faculdade.

– Pai, acabei de passar lá pela Praça da Sé, está uma loucura aquilo lá!

-Eu vi na TV. – ele disse e saiu assobiando para a cozinha.

Eu fui atrás dele.

-Pai, isso é um fato histórico. Finalmente vamos ter abertura politica neste país.

-Lembra meu filho quando eu disse que estaríamos fudidos se esses caras chegassem no poder? Se prepare. Tenho dó de vocês. Ali só tinha bandeira de comunista.

-Pai, os tempos são outros. Estamos progredindo. Somos uma democracia. Temos que evoluir. Abertura geral e irrestrita é a frase da moda. Os milicos tiveram a chance deles. Olha só, inflação descontrolada, dívida externa, precisamos de gente competente para administrar o país.

-Filho, você não entende, esses canalhas vão voltar e vão arrebentar mais ainda com o país. Até agora, vivemos tempos bons. Seguros. Espere só esses revolucionários tomarem o poder e aí sim você vai ver o que é uma ditadura real.

E acendendo seu Minister habitual, calmamente soltou a primeira baforada disse:

– De agora em diante, só Deus sabe o que será dos meus netos? – despejou algumas cinzas em um cinzeiro de metal azulado bem surrado e pediu em seguida:

– Agora vai lá na sala, pega o DiGiorgio que eu quero tocar uns boleros tristes.

Quando voltei com o violão, ele pegou o instrumento, agradeceu e resignadamente começou a tocar os acordes de Besame Mucho…

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

 

É só a sua família que eles querem destruir, trouxa!

protestomampedofilia-1200x600Após as manifestações das últimas semanas contra o que aconteceu no MAM em São Paulo e no “Satãnder” cultural no RS, chegou a hora de analisarmos o que realmente está por trás destas ditas exposições de “arte” onde pretensos “artistas” se propõem a mostrar sua “obra” para meninas incautas e que mostram crianças sendo expostas a cenas de sexo e sendo coagidas a manipular as extremidades de homens nus a mando de seus pais. Eu mesmo fiquei indignado com tudo isso e ainda estou, pois não tolero nada que tire a inocência de nossas crianças.

Mas acho que cabe aqui agora uma analise mais fria do que está por trás dessa bruma que nos impede de ver com clareza o que acontece na mente de quem promove e cria esse tipo de manifestação cultural.

A mulher que incentivou a filha a tocar no homem completamente nu dentro do museu é uma militante esquerdista. Ela não entende realmente o que ela estava promovendo. Ela apenas repete um mantra que ecoa dentro de sua mente: “Fora sociedade conservadora patriarcal… Somos livres para fazermos o que quiser… fora família tradicional cristã…vamos desconstruir essa sociedade machista opressora, sou progressista” Ela e todas as pessoas que defendem essa agenda de sexualização infantil não pensam por si mesmas. Apenas atendem às vozes que ouvem dentro de suas mentes já pré programadas.

A primeira pergunta é:

– E quem programa a mente destas pessoas?

Um resumo…

Essa programação acontece já há muitas décadas e muito provavelmente você também foi programado assim como eu e muitos da minha geração. Começou muito antes da primeira guerra mundial e teve seu ápice com o fim da segunda guerra. Na década de 30 no Sec. XX, diversos pensadores marxistas perceberam que para mudar o ocidente e seus valores precisavam de outras estratégias que não fosse apenas fazer uma revolução sangrenta com o uso de armas. Criaram então  uma escola de pensadores chamada Escola de Frankfurt. (por favor, pesquisem)

Lá, usaram e abusaram da liberdade de pensamento do ocidente e criaram várias teorias, entre elas a do pensamento crítico. De lá, vieram vários pensadores que tinham como propósito minar os valores ocidentais. Desta forma, eles se estabeleceram em diversas universidades americanas e a partir desta escola, desenvolveram diversos movimentos sociais que visavam claramente a destruição moral das famílias e seus descendentes.

⇒ Leia https://monoskop.org/images/b/b6/Marcuse_Herbert_Eros_e_civilizacao_6a_ed.pdf

Os movimentos hippie, o woodsotck, liberação de drogas, sexo livre e sem responsabilidades, visavam, em um primeiro momento, libertar uma juventude oprimida pela família e pelo capitalismo opressor. Dar a esses jovens uma liberdade irrestrita onde o mundo deveria servi-los e dar a eles um prazer desmedido.

Quem nasceu nos anos 50 do séc. XX entende o que foi aquela época e como os pais da família tradicional eram tratados por seus filhos rebeldes sem causa. Tudo em nome de uma revolução cultural do Paz e Amor. Estava aberta a caixa de pandora. Então surgiram o feminismo, o gayzismo, e todos os “ismos” que confundem e seduzem até hoje a cabeça dos jovens adolescentes.

Através das drogas e do sexo sem limites, muitos se perderam pelo caminho, mulheres ficaram grávidas e se tornaram mães solteiras. Tabus foram quebrados quando se tratava do sexo homossexual. Ocidente finalmente estava mudando de dentro para fora.

A segunda pergunta é: – A quem interessa a destruição das famílias e do legado que elas deixam para os seus integrantes?

Vale aqui ressaltar que as pessoas que criaram essa revolução cultural, querem mudar a percepção da realidade das pessoas. Relativizam tudo e fizeram várias gerações, inclusive a minha, crer em um mundo livre e igualitário, onde nada e ninguém é de ninguém. É como na música dos tribalistas: “Já sei namorar”:

“Eu sou de ninguém. Eu sou de todo mundo. E todo mundo me quer bem. Eu sou de ninguém. Eu sou de todo mundo E todo mundo é meu também “

Esse tipo de pensamento sedutor é interessante, mas fica mais ainda interessante quando diretamente não afeta os seus entes queridos. As pessoas que cantam essa música, cantam para os outros, para os filhos dos outros, para os filhos adolescentes dos outros. Entenda: esses outros são os seus e os meus filhos. Mas, sabe, chego a crer que cantam acreditando que isso é bom mesmo, afinal estão programados a crer nisso. Mas, ATENÇÃO, quando se trata dos filhos deles ou das pessoas que eles mais amam, aí  esses propagandistas podem ser bem seletivos.

Essa é a lógica por trás desta propaganda de liberação sexual e de quebra de valores. Os incentivadores financeiros dessa cultura hedonista desejam que apenas seus filhos entrem nessa e não os deles. Eles querem que você fique discutindo nas redes sociais as picuinhas sobre o que é arte, ou não, ou sobre se a performance do artista é pedofilia ou não, ou porque ele não foi preso, ou, (e nessa eu me incluo), por que não pegamos esses filhos da puta e enchemos de porrada? Essa é bruma que eles criaram e que nos impede de ver a realidade. Quem financia esse tipo de “arte” e o que eles pretendem é que deve ser compreendido. Portanto, essa gente quer destruir a sua família e não a deles.

A terceira pergunta que devemos fazer é:

– E quem são esses financiadores?

Vejamos, só pode ser gente de muito dinheiro. Muito mesmo. Nada que se compare ao dinheiro roubado pelo PT e seus asseclas. Estamos falando de quase um século de propaganda marxista cultural criada para mudar as bases do pensamento ocidental judaico cristão. Sim, eles precisavam de muito dinheiro para propagar essa cultura por décadas e décadas e fio. E todos nós sabemos quem são os donos do dinheiro nesse mundo. Temos aí umas 4 ou 5 famílias donas dessa bolada e que com dinheiro infinito na conta corrente, conseguem com financiar esse tipo de “exposição” e controlar os rumos do mundo todo, controlar a geo politica e a narrativa cultural dominante.

O conceito de família, como era conhecido antes de tudo isso, já não é mais o mesmo. Hoje, tudo é considerado família: Homem casado com homem, mulher com mulher, homem com objeto. homem com várias mulheres, mulher com objetos, pessoas com animais. Vale tudo. Isso é fato! Percebe que já estão falando em casamento entre homens e crianças?

Esse pensamento de vale tudo é bastante sedutor. Imagine viver em um mundo livre das amarras do cristianismo e de seus valores. Um mundo livre para se fazer o que bem quiser. E é isso que essas famílias trilhardárias promovem mundo afora.

Agora, se fizermos uma pesquisa mais detalhada sobre quem são essas famílias, vamos notar que os donos do mundo, passam sua fortuna de geração em geração e cuidam, muito bem obrigado, das famílias deles. Podemos ver isso aqui mesmo no Brasil, onde temos gerações de políticos no poder que passa seu legado político de pai para filho. Lula, condenado pela justiça mas que ainda dá sua sarradinha por aí, protege seus filhos, dando rios de dinheiro a eles e mantendo sua “linhagem e estirpe” de pé. Ele jamais aceitaria que um deles se casasse com um morenão sarado, preferível vê-los sarrando uma cabritinha.

Não podemos ser tolos em acreditar que a esquerda quer apenas ter liberdade de expressão, ou quer promover a sexualização infantil, uso de drogas, a deterioração das universidades. Tudo tem um propósito muito bem definido e maior do que o tempo de vida de todos nós aqui. É um plano que foi feito para durar séculos e séculos.

Por isso, é importante educarmos nossos filhos para entender essa realidade. Temos que mantê-los fora disso a todo custo, devemos afastá-los deste pensamento extremamente sedutor e fácil da esquerda. Nossos filhos é que serão os habitantes do mundo futuro e, infelizmente, terão que lidar com as consequências de nossas inações atuais. Devemos então agir prontamente, lutar de forma firme e urgente pela manutenção do núcleo familiar tradicional. Devemos educar nossos filhos para entender a importância da conservação dos valores cristãos, do quanto é difícil a construção das coisas que verdadeiramente admiramos, mas que são facilmente destruídas por mentes doentias e programadas para amar o feio e destruir o belo. Devemos ensinar nossos filhos a lutar essa guerra cultural para entender seu inimigo e jamais subestimá-lo e o pior, evitar que sejam seduzidos pelo paraíso encantador e utópico criado pela mente esquerdista e, principalmente, que não caiam na esparrela de um homem nu que se expõe para crianças se dizendo artista.

Quer saber mais? Assista esse importante e esclarecedor vídeo do meu amigo Bernardo Küster e que me inspirou a escrever estas linhas :

Aproveitem e assinem o canal dele e sigam as orientações dele quanto ao COF do Prof. Olavo de Carvalho.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

De repente, me tornei um criminoso…

deguisement-prisonnier-bagnard-adulteHoje, no Brasil e no mundo, a cada dia que passa, está se tornado um crime ser um homem conservador e cristão. É muito feio, hoje em dia, ser uma pessoa dita de direita, que agora é cinicamente chamada de “extrema direita”. É ser um tolo, pensar de forma liberal, mas um pouco longe do “Laissez faire” economicamente falando. Por isso, de repente, me tornei um fascista criminoso de merda aos olhos dos senhores de todas as virtudes e ativistas do politicamente correto.

             Certa vez, quando eu disse, em uma aula na faculdade, que achava um absurdo a cultura do trans gênero, o trans humanismo, do aborto e da eutanásia, e que era pecado todas essas loucuras, me chamaram de tudo: extremista, fascista, machista, sexista, homofóbico, conservador idiota, direitista, medievalista, intolerante, desonesto, fundamentalista e fanático. Que eu poderia ser processado por ativistas de diversas ONGs se ouvissem eu falar dessa forma tão preconceituosa.

                    Para tantos, sou um fascista, mesmo que, de verdade, eu deteste gente do naipe de Mussolini e seus asseclas. Mussolini era aquele cara do fáscio, da touceira de lenha unida a um machado. Esse era o símbolo máximo do poder estatal, que subjuga a tudo e a todos ao seu poder de coerção. Sou fascista criminoso por querer ter o direito de possuir uma arma para apenas proteger quem eu mais amo da ação de bandidos psicopatas, sejam eles quais forem, inclusive dos bandidos e políticos parceiros do Estado e do próprio Estado e seus governos comuno-socialistas totalitários.

           Sou agora um pai de família criminoso por aceitar a finitude da vida e que crê na transcendência, mas sem filosofar muito. Que reza antes de dormir, pedindo ao Pai, Criador do universo, que dê a todos os meus irmãos de luta a Paz e a Luz necessárias para caminhar neste mundo de injustiças, dor e trevas. Onde já se viu, aos olhos de muitos, só posso ser um hipócrita criminoso carola que peca, mas que crê que será salvo por um tal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sim, isso é verdade, espero que ele me perdoe de todos os meus pecados cometidos e os que ainda irei cometer, afinal sou humano e não santo, mas busco isso sempre e me de uma chance de desfrutar da vida eterna ao Seu lado. Pra muita gente, isso soa ridículo e de certa forma intolerante. Tudo isso , apenas por criar meus filhos na fé cristã para dar a eles a oportunidade de amar o próximo em Cristo e nada mais.

         Sou um perigoso extremista, para tanta gente, por entender que qualquer outra cultura religiosa deva ser respeitada até a página um e que entende que tolerância tem limites e as portas abertas da mente também. Gente como eu é tratada como um intolerante direitista nazi fascista, justamente por não aceitar o vilipendio de sua crença. Sou um porco conservador, por não aceitar a violação do corpo e da inocência de crianças e adolescentes. Por não aceitar que minha fé seja blasfemada por “artistas” e “intelequituais” e por ninguém deste ou fora deste mundo.

                Sou considerado um nazista criminoso só por amar o meu país e por saber cantar o Hino do Exército, apenas uma lembrança do grupo escolar do tempo em que eu podia brincar na rua sem medo.

              Imaginem só, sou confundido com um nazista, mesmo detestando gente do tipo Adolf Hitler, que cooptou homens tão psicopatas quanto ele para compor o partido do Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães e  que o ajudou a matar todas aquelas pessoas inocentes e indefesas.

         Sou um xenófobo nojento por querer proteger nossas fronteiras de terroristas, bandidos, traficantes e todo tipo de criminoso sem escrúpulos. Sou uma pessoa má, por sentir a dor desse povo brasileiro tão sofrido e que sofre junto mais ainda quando percebe que muitos incautos caem no canto da sereia e compram as ideias fáceis do socialismo, ideologia composta de gente psicopata que só quer nos matar e destruir o que resta de nossa pouca cultura que definha aos poucos.

           Sou o tipo de homem que “não passará” justamente por amar minha terra e respeitar suas raízes e suas origens lusitanas. Não passarei, na visão daqueles que não entendem que a história do nosso país foi muito mal contada desde o descobrimento, por seus professores panfletários e emaconhados.

           Sou um homofóbico por querer proteger meus filhos e todas as crianças (mesmo as que ainda não nasceram e que muitos insistem em matar para que não nasçam) da coerção educacional estatal e da chamada ideologia de gênero ou qualquer outra sandice sexual que envolva crianças e adolescentes. Sou isso, por apenas entender que crianças devem ficar longe de qualquer discussão sobre sexualidade, só por entender que elas devem ser apenas protegidas e amadas por seus pais ou responsáveis até se tornarem adultos responsáveis.

        Sou um machista apenas por entender que homens e mulheres são de natureza diferentes e que um jamais poderá ser o outro em essência, mas são almas únicas e que se complementam e que foram criadas para que se amem e se respeitem eternamente.

        Por fim, sou mesmo um criminoso infame por tudo isso, por querer deixar meus filhos longe da escola e das garras do MEC. Por não aceitar esse secularismo efêmero e que pretende destruir tudo que de admirável, homens com seus espíritos conservadores e inteligentes e que são o suficiente corajosos para entender a realidade, construíram nos últimos dois mil anos.

          Na verdade criminalizam homens assim, porque querem que tenhamos vergonha de ser quem somos, querem calar nossa boca com gritos histéricos, feito aqueles bebes chorões que gritam quando a mamãe some de sua vista fraca. Querem apenas silenciar pais de família, homens simples, de coragem e que querem proteger conservar a sua amada família. Homens que querem proteger o que foi duramente construído pelos seus antepassados e pela civilização ocidental por mais de dois mil anos e que nos trouxe até aqui: O legado espiritual, que é o amor Cristão; o legado cultural, que é a filosofia grega e o legado da justiça, que é direito romano.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

 

A dura lição dos resultados de uma eleição…

tristezaE agora? O Trump ganhou. Os meios de comunicação de fora do país e quase que 100% daqui do Brasil perderam. Sim, a mídia perdeu feio. Segundo as histórias que eles nos contaram, e nas mentiras que  acabaram acreditando entre eles mesmo, parecia que o que aconteceu nesta madrugada era praticamente o impossível. Foi uma noite de pesadelos para os “midiáticos torcedores profissionais” da Hillary.

Todas as pesquisas de opiniões erraram feio e com isso, criaram uma aura de unanimidade um tanto quanto perigosa no mundo todo. Criaram uma propaganda midiática que deixariam Joseph Goebbels envergonhado.

Aqui no Brasil, apenas alguns canais independentes como Terça Livre –  (recomendo muito) e Rádio Vox – (também recomendo), davam crédito a uma possível vitória de D. Trump. Porém, a grande mídia de massa, jamais aventou a possibilidade de uma derrota de Hillary. Só torciam descaradamente pela candidata democrata. Mas como disputa política não é como uma partida de futebol…

Pelo fato de eu acompanhar esses canais de comunicação alternativos, não me sinto vítima de uma conspiração por parte da mídia global. O que esse jornalismo tendencioso fez não foi a cobertura das eleições americanas, foi uma ampla campanha publicitária a favor de Hillary Clinton, onde canais de notícias como a Globo News e similares, não poupou esforços em destruir a reputação do então candidato Trump.

Esse homem, sofreu duros ataques em massa. Ataques violentos. Pegaram tudo que tinham nas mãos para atirar sobre ele e destruir totalmente sua reputação. Foi um alinhamento sistemático por parte de TODA mídia de massa global. Pelo jeito não funcionou como eles queriam.

A pergunta é: No final, quem se fortaleceu nestas eleições então? Foi a democracia americana. Sólida há mais de 200 anos, mostrou para o mundo que não existe poder acima da vontade do povo que preza pelos valores e pelo legado deixado pelos fundadores de seu país. Trump não terá plenos poderes e jamais os terão, as instituições americanas impedem isso. Mas ele nem precisa de tanto.

Donald Trump tem mais de 20 livros publicados ao longo de mais de 30 anos. Ninguém nunca falou sobre isso na imprensa. O novo Presidente dos EUA é um intelectual de mão cheia, além de ser um negociador agressivo. E como não sê-lo quando não se faz parte do establishment que está no poder e que não quer perder esse poder de forma alguma? E como derrotar essa gente sem ser muito “agressivo” como ele foi durante toda a sua campanha vitoriosa sob todos os aspectos? Não tem como.

E qual é a lição que fica?

A vitória de Trump não foi apenas um mero acaso, um mero surto de “conservadorismo” do americano comum. Um homem riquíssimo como o Sr Trump não pode ser burro, nem é. Definitivamente não. Isso não combina com o cenário. Essa vitória foi fruto de muito conhecimento, inteligência e estratégia. A mídia também conhece muito bem esses valores. Toda a mídia atual é comandada por gente inteligente o suficiente e que sabe como dominar o mundo da informação, sabem como usar esses valores. Obviamente a equipe de apoio ao Trump e ele mesmo, sabe como usar o conhecimento, a inteligência e estratégia. Conhecem os valores que criaram e sustentam a democracia americana e mantém os EUA de pé. Por isso venceram.

Então, a lição que fica é que devemos lutar  para que todos os que estão sob nossa responsabilidade no ensino e na educação, busquem o saber de forma profunda e tenham amor à verdade e ao conhecimento. A busca pelo saber, pelo conhecimento e pela verdade edifica uma nação, sustenta o ser humano, mas sua negação e o amor à mentira e enganação, só trás ruína e destruição. Não duvide disso, mas caso você tiver uma pontinha de dúvida, basta olhar em volta para ver a realidade em que nosso país vive atualmente e você entenderá o que estou tentando dizer.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

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Créditos:

Foto: Canal Terça Livre

Referências:

Rocha, Loryel: Os livros de Donald Trump – Via Facebook.

Cardoso, Miguel Esteves: É amarga, mas justa, a lição que D. Trump acabou de nos dar. – via www.publico.pt

Pequeno guia da novilingua e do duplipensar dos esquerdistas

ESQUERDES
O que significa neologismo?
substantivo masculino
  1. 1.
    emprego de palavras novas, derivadas ou formadas de outras já existentes, na mesma língua ou não.
  2. 2.
    atribuição de novos sentidos a palavras já existentes na língua.

O neologismo é uma ferramenta muito útil e os comunistas usam esse recurso com muita propriedade. Com isso criam uma “novilingua”. Abaixo uma lista dos neologismos esquerdistas mais comuns e que são usados para te enganar todos os dias e seu real significado:

Quando um esquerdista diz…..     =    Na verdade ele quer dizer:…..

– Diálogo = Cuspo na sua cara e saio correndo e to cagando para o que você pensa.

– Popular/Povo = tudo aquilo que é de uso comum, sem valor e descartável

– Processo Democrático = Processo Totalitário

– Estado Democrático de Direito = Estado Comunista Totalitário

– Voz das urnas =  Eu faço a voz das Urnas. Minha fraude regularizada com apuração secreta

– Democracia = Comunismo/Socialismo

– Social Democracia = Comunismo/Socialismo

– Educação é um direito de todos = Marxismo Cultural para todos.

– Nossas instituições = Nossos QGs Comunistas

– Eleições democráticas = Eu no poder perpétuo

– Movimentos sociais = Guerrilha Urbana

– República = Comunismo

– Partidos = Companheiros

– Companheiros = Comunistas

– Cultura Popular = Destruição de valores do povo / Drogas / Lixo Hedonista

– Povo = Idiotas úteis

– Trabalhadores = Povo

– Partido dos trabalhadores = Comunistas

– Pátria Educadora = Pátria Doutrinadora.

– PAC = Plano de aceleração do comunismo

– Democratizar = Comunizar

– Elite = Conservador, seja ele rico ou pobre

– Conservador = Fascista

–  Fascista = Povo em geral / conservador cristão

– Oposição = Companheiros ( não temos e nem gostamos de oposição de verdade)

– Educar = Doutrinar

– Massificar = Comunizar

– Decadência = A Verdadeira democracia.

– Progressista = Marxista Cultural Militante

– Propostas Coletivas = Delicadezas Criminosas.

– Nós(1a pessoa do plural)/Nação = Eu (1a pessoa do singular)/companheiros.

– Cidadão = Idiota útil

–  Golpe = Tudo aquilo que atrapalha nossa perpetuação no poder, seja lá de onde venha.

– Safado = Companheiro delator

– Conspirador filho da puta = Companheiro que quer tomar o meu lugar na esquerda

– Temos que combater as drogas = Nosso fomento da Cultura Popular hedonista

– Política de Educação da Juventude = Funk da periferia, Sarrada, etc

– Redução do consumo e tráfico de drogas = Fomento da Educação e da Cultura Popular hedonista

– Educação = Doutrinação Esquerdista PSOLISTA

– Cadeia = Lugar bom para os meus opositores e inimigos

– A luta continua companheiros = A farsa continua comunistas.

– Reaça = Conservador cristão.

– Burguesia = Elite Politica dominante

-República Democrática ou Popular (Nome do País) = Ditadura Comunista (que é um País amigo)

– Ideologia de Gênero = Doutrinação Marxista Cultural para sexualizar crianças

– Estatuto (desarmamento, jovem e adolescente, idoso, etc etc) = O controle social

– Famílias Brasileiras = Odiamos e vamos destruir através da reengenharia social

– Deus = Estado

– Governo = meio para roubar dinheiro de forma licita.

– Democratização da mídias sociais = Controle estatal das mídias (censura)

– Liberdade = Drogas, Bagunça, zona, destruição total

Agora, pegue qualquer discurso de um esquerdista, use esse guia e veja a verdade sendo dita.

Aceito sugestões para ampliar e melhorar o nosso guia de neologismos esquerdista.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.