A vida é dor!

crusadersQuem pensa que a vida é apenas uma festa hedonista sem fim está enganado. A vida é sofrimento. Sofrimento dos grandes. Aos mimados, sensíveis e chorões de plantão, me desculpem a franqueza: Iremos sempre sofrer como qualquer mortal, nós iremos morrer. Eu, você… todos!! Não importa o que façamos, teremos que prestar contas pelos nossos atos.

Caso você seja um revoltadinho por não ter aquilo que deseja, ou apenas sonha com um paraíso reconstruído aqui na terra, esqueça. Logo alguém que você ama, que você tem alguma simpatia e apreço, vai partir antes de você, caso você não tenha a sorte de ir primeiro. É só uma questão de tempo.

Hoje perdi um amigo querido. Ele se foi tão rapidamente e sem aviso. Passeando pelas redes sociais vi uma foto dele sorrindo e a palavra RIP estampada logo acima do rosto. Fiquei chocado. Então, vários avisos sobre este fato, começou a pipocar aos montes entre meus amigos do meio musical. Então pensei: “Como dói perder amigos”. Temos o péssimo hábito de não encarar essa dura realidade de frente: “Para morrer, basta estar vivo”.

Hoje também tive a infelicidade de ler um artigo sobre Jesus de um cidadão chamado Gregório. Gregório é um desses senhores que se enganam o tempo todo. Ele foge da realidade. Tem medo de encarar os fatos. Ele quer viver em um mundo igualitário, mas não encara o fato de que a morte nos iguala forçosamente na condição de pó. Ele tem medo de ver que a única coisa que faz a diferença nessa hora é apenas a fé genuína no transcendente que cada um de nós possui.

Ele prefere entrar em uma guerra do nós contra eles. Gente como ele tem medo do transcendente. Por isso, querem ser os donos da narrativa hedonista e igualitária do pós modernismo. E todos que não compactuam dessa narrativa pueril são chamados de intolerantes e preconceituosos. Esse senhor é incoerente. É defensor dos que se sentem oprimidos, é defensor das minorias. Usa essa prerrogativa para oprimir a verdade. A verdade que todos os seres que vivem neste planeta estão, de certo modo, sendo oprimidos, cada um a seu modo. Cada um de nós está dando ouvidos as vozes que habitam nossa mente e nos diz que nós mesmos poderíamos ser mais belos, mais inteligentes, mais magros, mais bonzinhos. Esse senhor reduz cada indivíduo, com seus problemas psicológicos, até se tornarem uma minoria individual. Esse senhor é o tipo de homem que acredita ter o poder de corrigir toda e qualquer opressão do ser humano com suas piadas e historinhas de péssimo gosto.

Mas esse tipo de idiota não entende que isso é impossível. Prefere criar um mundo de fantasias perfeitinho e busca incansavelmente realizá-lo. Mas a pergunta que fica é:

-Quem pode realizar isso? O mercado? O ditador? Quem pode?

Ora, nenhum humano pode resolver isso. É impossível. Não somos Deus.

Esse senhor é um boboca coitadista tentando oferecer algo que não querermos e nem precisamos. Não precisamos de sua falsa intelectualidade para dizer quem foi Jesus. Não estamos dispostos a pagar esse preço por algo que não precisamos. Gente como ele quer atomizar a sociedade. Esse tipo de crápula pega Deus e o enterra. Quer apagar Aquele que foi injustamente pregado em uma cruz e torturado de uma forma inimaginavelmente dolorosa, justamente para nos livrar desse sofrimento.

E o que ele faz com esse exemplo de sofrimento atroz? Ele o enterra.

Gregório é um homem ressentido e que não aceita que todos que ele conhece morrerão em breve, inclusive ele mesmo. É compreensível que um tipo desses esteja realmente ressentido com Deus somente por esse motivo. O que ele não percebe é que ele está experimentando do sentimento de que ele tanto quer sublimar. Ele está criando um inferno pior do que já é, única e exclusivamente para ele. Ele está submergindo no seu sofrimento pessoal cada vez mais, sem perceber. E cada vez mais se vende para não sentir essa dor.

Mas a vida é isso mesmo, a vida é dor e sofrimento. E esse idiota faz de tudo para reduzir essa verdade incontestável a uma piada que só ele acha graça. Esse coitado foge da dor, pra que?

Quando meu pai, minhas avós e meu irmão morreram, tive que encarar a dor, o sofrimento. Tive que me erguer e arrumar forças para organizar os funerais. Não me permiti ficar chorando em um canto feito um cãozinho sem dono. Me ergui com firmeza para conquistar a confiança de todos de que eu faria o que tinha que ser feito que era enterrar meus mortos. Mesmo sendo também uma vitima daquela situação extremamente dolorosa. E é assim que todos fazem. E é assim que deve ser.

Esse senhor chamado Gregório deveria se perguntar:

– Que há de errado comigo? Por que eu odeio Deus?

Sempre se pode buscar e encontrar o que faz falta na sua atual condição para ser um Homem de verdade. Você pode se auto corrigir. Procurar reunir o fragmentos de seu ser. Deixar de ser um bebê mimado, briguento, odioso e neurótico com o transcendente. Não seja como o Gregório. Um destruidor e vilipendiador da força espiritual das pessoas.

Quando você se auto corrigir, mesmo que minimamente, sim, porque Deus é misericordioso, talvez você perceba que esse ato de se auto corrigir o ajudou a aliviar seu sofrimento, mas que, infelizmente, agora fez com que você não possa mais destilar todo seu ódio aos que creem. Enfim, notará que o que fez é realmente muito difícil, e verá o quão complexo é arrumar toda a bagunça que foi gerada pelas horrendas palavras proferidas por você durante toda a sua vida, e que fez isso mesmo para enganar os incautos. Perceberá a complexidade que é a nossa sociedade e perceberá a impossibilidade de consertá-la. Se perceberá um tolo.

Hoje, o Gregório quer consertar o mundo usando uma revolução cultural criada em seu mundo interno fragmentado. Mas, não, nada consertará este mundo. É preciso da ajuda de um Ser especial para consertar, não esse mundo, mas seu corpo, coração, mente e espírito destroçados.

Tá, e como superar a dor e o sofrimento desta vida?

Seja uma pessoa melhor, veja, não seja como o Gregório. Ser como ele é fácil. Ser diferente dele exige grande responsabilidade. Até agora Gregório não deu a mínima para isso em sua vida. Ele está vagando por ela fazendo o que bem entende, falando o que dá na veneta. Tudo isso para satisfazer seus impulsos mais vis, mais mundanos, tudo para viver uma vida hedonista, por mais inútil que isso seja na prática. Ele está preso apenas ao significado tolo de suas idéias, que gera uma falta de responsabilidade em todo o resto.

Eu pergunto a ele:

O que o senhor está perseguindo? Uma vida só de prazeres fúteis ou uma vida de responsabilidades? Claro que é primeiro caso. Isso é que eu chamo de “vender a alma”.

Esse senhor tem que encarar o fato de que a vida é dor. Ele deve se recompor diante disso. E fazer isso não é nada fácil. Fico surpreso quando vejo quantos Gregórios existem por ai e me espanto que o mundo ainda esteja de pé, mesmo que aos trancos e barrancos.

Mas é assim que nossa sociedade funciona. Ela é composta de gente com inúmeros problemas. Sejam eles de ordem física ou mental. E mesmo assim a coisa anda. Milhões fazem coisas que detestam, mas fazem seu trabalho com honra e responsabilidade. Outros milhões, fazem apenas o que lhes dão prazer.

É um verdadeiro milagre que o mundo ainda esteja de pé, se temos milhões de pessoas que pensam como esse tal de Gregório e que destilam o ódio sobre o amalgama que ainda segura a sociedade de pé que é a fé no que transcende esse mundo físico.

Esse senhor é de uma ingratidão enorme. Está o tempo todo cercado por pequenos milagres da vida, mas prefere os ignorar em nome de um mundo utópico distante. É um milagre que ainda funcionamos com tanta loucura Gregoriana espalhada por aí. Como é possível isso?

Por isso, peço a todos: Recomponham-se, transcenda seu sofrimento. Seja um herói para tanta gente que está perto de você. Lute consigo mesmo, antes de tentar destruir o que ainda resta do que salva o ocidente. Tente diminuir ao máximo o sofrimento das pessoas, mas não com piadas sem graça e sem conteúdo. Mas com a espada da justiça.

A sorte é que, cada vez mais, milhões já pensam: “E eu sei porque os Gregórios da vida fazem esse tipo de coisa e o que realmente querem com isso.”

E pensar em tudo isso que eu escrevi e no meu amigo que se foi, vem uma dor imensa que dilacera meu coração, mas que me faz ter ainda mais fé, amor e esperança Naquele que transcende o tempo e que jamais nos abandonará à merce de gente como esse tal de Gregório.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

 

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Feliz Natal!

holy family2O menino Jesus nasceu. Tão humilde. Os pais Dele, poderiam ter ficado em casa. Lá, pelo menos, teriam o apoio dos seus amigos e familiares mais próximos. José não teria levado tantos nãos, tantas portas na cara. Onde Ele nasceu, era um lugar simples, perigoso e ordinário. Mas os anjos de Deus O anunciaram com um coro de vozes de extrema beleza enquanto Ele descansava nos braços da Virgem Maria.

São apenas 2017 anos que nos separam desta verdade eterna.

O Natal é uma data importante para nós cristãos, mas é mais fundamental ainda para quem não crê em Jesus. Afinal, eles tem a grande chance, uma vez por ano, de refletirem sobre suas vidas. Os que não creem e os crentes tem a chance de perdoar e serem perdoados, de amar e serem amados. Têm a chance de se entregar ao amor infinito de Deus que transcende esta vida.

Mas para entender isso, todos devemos entender o mistério dos acontecimentos que separam a manjedoura do calvário. Deus nos disse: “Eu amo todos vocês”. justamente quando nos deu Seu Filho amado para nos guiar. Para destruir nossos medos, nossos sacrifícios e nossos fracassos. Sacrificando a Si Mesmo, Ele nos deu a vida eterna.

Ele nos deu o príncipe da Paz para nos ajudar em nossa luta de nós com nós mesmos. Ele veio para nos dar a coragem para dizer: Eu te amo minha mãe, eu te amo meu pai, eu te amo meu filho, minha filha, eu te amo meus amigos, eu te amo meu irmão e minha irmã! Quero que vocês me perdoem. De coração me perdoem! Eu te perdoo meus filhos, pois eu vos amo! Eu te amo meu Pai, Eu te amo minha mãe, sempre precisei de vosso amor. É isso. Você tem coragem de dizer isso para alguém?

Pois é, de algum jeito te fizeram pensar que é sinal de fraqueza dizer essas coisas. Melhor ficar só que se entregar ao amor de Jesus. Fizeram muitos crer que o Natal é uma festa sem sentido e uma farsa. Assim, fizeram muitos perder a fé e a humanidade.

Vejam só, Ele se entregou por nós. Se fez Homem e veio se entregar neste mundo de dor e solidão. Ele sofreu tudo que poderia sofrer para que você não precisasse se sacrificar. E mesmo assim, muitos nem ligam. Preferem a tristeza e a escuridão.

Alegrem-se, o Natal chegou e já não existe mais solidão. Ele está conosco. Sacrifícios não são mais necessários.

Peço a todos que tenham essa experiência com Deus. Não tenham medo. Seguir a Jesus é seguir o caminho do Amor, da Fé e da Esperança. Não se espante quando tudo que você vê ao seu redor é morte e destruição, com Jesus iremos vencer, sempre, como Ele assim o fez do presépio até a cruz. O fracasso aparente foi o caminho do triunfo!

Vamos nos alegrar! É no ato desta fé é que somos visitados e tocados por Cristo e por isso temos este Feliz Natal. Ele reina! Ele chegou! O príncipe da Paz…

Que todos nós tenhamos um feliz e Santo Natal!

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.

 

 

 

 

 

 

Uma farsa, não dura 2017 anos.

blog A páscoa passou já faz algum tempo. O Natal já está chegando e, para mim, a renovação da fé tem que ser diária, mas também acontece todas as vezes que assisto a filmes relacionados à paixão de Cristo. Este ano não será diferente. Vou assistir. Todas as vezes me emociono profundamente, derramo lágrimas por encarar o amor em seu estado mais puro. Como a maioria dos brasileiros, nasci no seio de uma família católica. Íamos a missa aos domingos e, orgulhosos, fizemos a primeira comunhão na igreja do bairro.

    Porém, na adolescência, me fizeram acreditar que toda essa história cristã era uma farsa. Uma invencionice para te oprimir. Tá certo. Como um tolo eu acreditei. Depois, vieram com uma tal de Teologia da Libertação dizendo que Cristo era pelo social, e me venderam como uma solução final e inclusiva de sei lá o que, e foi aí então que trouxeram gente muito desafinada para cantar na igreja. E isso, de certa forma, me incomodou muito.

    Mais tarde, por conta de minha formação acadêmica fui inclinado a não acreditar em qualquer o tipo de “milagre” e meu pensamento ficou bem crítico com relação às coisas espirituais. Tempos depois, me preocupei com todo o tipo de “energia” positiva e negativa deste planeta, mas novamente, influenciado pela ciência, percebi que essas tais “energias” poderiam ser facilmente refutadas pela lógica.

    A única coisa que, em minha mente, jamais consegui descartar, foi a vida de Cristo. Um fato real incontestável que aconteceu neste mundo. Mesmo lendo livros como “O homem que se tornou Deus” , de Gerald Messadié, que explicava que os milagres de Jesus eram uma falácia, onde o autor dizia que isso era apenas uma coisa simples de quem tinha um conhecimento maior da ciência na época, não deixei de crer nos milagres de Jesus. Mesmo estudando Nietzsche e sua abolição dos ídolos, jamais deixei de pensar sobre o milagre da ressurreição. Primeiro o de Lázaro e depois do próprio Cristo. Apenas esses dois milagres fizeram toda a diferença em minha vida. Pois são os mais incríveis.

    Entretanto, depois da morte de meu pai e de meu irmão fiquei muito cético novamente. Depois de todos os corpos mortos de gente querida que carreguei, fiquei mais amargo. Foi somente após o nascimento de meus filhos, entendi o que significa transcendência e o infinito amor de Deus, mas sem sentir por inteiro isso. Só depois deles, entendi a história dos meus pais e entendi a mim mesmo, meu comportamento na vida e percebi, depois disso o quanto precisava evoluir espiritualmente.

    Muitas páscoas e natais se passaram desde então, até eu sentir verdadeiramente e, de novo, a realidade de Deus neste mundo.  Ter nascido em uma família cristã, não foi o que fez a diferença, apesar de ter ajudado, mas foi a minha própria revelação e entendimento de estar contido na razão e no coração de Deus que me trouxe de volta. Percebi que Deus não é algo separado de seus filhos. Não é um senhorzinho barbudo que, sentado em um trono rodeado de anjos, fica atirando raios mortais sobre a terra, justamente sobre aqueles que erram ou pecam. Deus não nos observa como uma criança que observa peixes em um aquário e joga um punhado de comida dia sim dia não, e escolhe qual peixe deve tirar ou não do aquário.

    Acho que é por tudo isso que tenho visto ultimamente uma modinha em ser revolucionário em tudo que é assunto. Tem alguns colegas que insistem em achar que a terra é plana, que há uma cúpula, um domo, sobre nossas cabeças que seguram uma massa de água que protege o plano, então, por isso, outros sustentam a ideia de que por conta dessa premissa, o homem não foi até a lua pois a nave bateria no domo, que a ciência moderna é uma farsa, que a Nasa é isso ou que é aquilo ( logo escreverei sobre o que penso disso). Ora, mas nada disso realmente importa. Sério. Isso parece até uma revolução cultural e cientifica às avessas. E tudo que é revolucionário nesse nível me amedronta e me remete ao senhor de todas as revoluções. Afinal, como disse Santo Agostinho: “O demônio trabalha sem repouso para perder-te, e tu tanto te descuidas?”

    Percebo que inventam a mentira de que os homens não podem ser felizes enquanto não melhorarem a sociedade e, assim, abastecem o egoísmo, que é o combustível das futuras revoluções. Isso é que eu chamo geração “Ódio do bem”. Essa geração que tem na mente apenas revoluções, desintegração, caos. Mas não percebem que tudo isso é um aviso de que estão errados, de que os seus sonhos têm sido vãos e perversos. Pois é, em vez de construtores, tornamo-nos destruidores – revolucionários, portanto.

É como diz meu mentor S. Covey: “Primeiro o mais importante”. E o que importa é o que nos transcende. O que importa é o que é eterno. O Projetista do universo é o que importa. E não podemos nos descuidar do que é mais importante.

   Como cristão, estou observando, já faz algum tempo, um forte movimento de desconstrução de valores que, em mais de dois mil anos, se mantém firmes e fortes como que por milagre. E realmente é um milagre diante de todas as maluquices que estamos vendo por aí. Todas as vezes que vejo sexualização de crianças, gente casando com objetos ou animais, trans isso ou aquilo, até trans-humanismo, para cada vez mais se afastar da realidade da vida. Devido a tudo isso, fico cada vez mais firme na fé em Cristo e em seus ensinamentos. Mas não pense que isso é fácil. Na verdade exige auto controle e auto conhecimento bem afiados.

      Lá na igreja, no dia da primeira comunhão do meu filho, duas moças se pegavam amorosamente durante missa. Então pensei: “- Isso sim é revolucionário, além de ser uma mera provocação ideológica”. Pensei em reclamar. E vai reclamar com as meninas pra ver o que acontece.

        Mas por que fazem isso? Ora, bastava as moças terem ido a igreja, respeitosamente, numa boa, e depois da missa, voltarem para sua alcova conjugal e, privadamente, desfrutarem de seus corpos como bem entenderem. Sim, tudo em volta parece ser apenas devastação moral, ética, religiosa – mesmo quando tal degradação pode estar confinada à política e a uma parcela da sociedade.

     Então, eu é que me pego fazendo sempre a mesma pergunta: Puxa vida, quem quer acabar com a cultura judaico-cristã milenar criando tanto relativismo revolucionário? Quem quer destruir a igreja que sustenta toda uma civilização. Quem quer destruir mais de cinco mil anos de história da humanidade? Quem tem interesse em destronar Deus? Ah! Mas tudo é uma farsa mesmo! – muitos devem pensar. Mas uma simples farsa não duraria 2017 anos.

    Mas em cima da verdade, criaram mentiras. Hoje existem as “contra-Igreja”, elas existem aos milhões espalhadas pelo mundo afora relativizando a ação humana, elas são um pequeno pedaço ridículo da Igreja de Cristo, podem até ser muito parecidas, mas todas são às avessas, esvaziadas de seu conteúdo divino. Muitos as aceitam de bom grado. Afinal, elas dizem que Jesus foi “o maior homem da história”, que todo tipo de amor é válido e ponto final.

     O meu argumento a favor do cristianismo é que: “felizmente, muitos homens têm-se dado conta de que suas misérias e angústias, suas guerras e revoluções, aumentam quanto mais negam a verdade de Cristo. Porque o mal se destrói a si mesmo; só o bem é capaz de perdurar.”

    Peço que, neste Natal, todos nós façamos uma reflexão sobre nós mesmos, sobre o papel de Jesus em nossas vidas e nossos atos. Pensemos sobre nossas ações neste mundo efêmero, sobre o que realmente é importante em nossa vida, quais são nossas fortalezas e principalmente nossas fraquezas e o que fizemos do pouco tempo que nos foi dado neste planeta em prol do próximo e de nós mesmos. Porque, no final, a única coisa que nos restará, será uma conversa íntima e individual entre nós e Deus, nosso Pai, e dessa conversa, por sorte, ninguém escapará.

* César Manieri (54),  é engenheiro, músico, empresário, professor e especialista em educação matemática, diretor da escola Integro. Escreve em seu blog “Na metade do Caminho” e autor de textos e pensamentos sobre conservadorismo, religião, política, educação e auto conhecimento.